Secretaria da Saúde do Paraná alerta para casos de febre maculosa
A
Secretaria de Estado da alerta a população para os casos de febre maculosa. No
Paraná, são sete os casos confirmados e 33 notificações da doença desde o
início de 2019.
A
febre maculosa é uma doença febril infecciosa transmitida pelo
carrapato-estrela, espécie encontrada com mais facilidade em locais próximos a
matas, com umidade elevada. Este tipo de carrapato também se “hospeda” em
animais como bois, cavalos, capivaras e cachorros e por meio deles entra em
contato com as pessoas.
De
acordo com a Divisão de Doenças Transmitidas por Vetores da secretaria, a
doença foi confirmada nas Regionais de Saúde de Paranaguá (5), de Jacarezinho
(1) e na Região Metropolitana (1). As notificações ocorreram também nas
Regionais de Cascavel, Campo Mourão, Maringá, Londrina, Cornélio Procópio, Ivaiporã
e Toledo.
Sintomas
A
transmissão da febre maculosa em seres humanos acontece por meio da picada do
carrapato infectado, que adere à pele por um período de quatro a seis horas. Os
casos registrados apontam pessoas que se expõem ou trabalham em áreas de mata,
com prevalência de homens.
Depois
de instalada, a doença apresenta como sinal característico manchas avermelhadas
na pele. Os sintomas são febre alta, dor no corpo, dor de cabeça, náuseas e
vômito. O diagnóstico é feito por exame de sangue e a demora para identificar a
doença pode provocar complicações graves, como hemorragia e comprometimento de
múltiplos órgãos. Outras consequências, ainda, são sequelas neurológicas,
necroses e amputações ou até evoluir para óbito.
A
partir da suspeita da febre maculosa, o caso deve ser notificado às autoridades
sanitárias e iniciado o tratamento com medicamentos disponíveis nos serviços de
saúde.
Controle
Segundo
a enfermeira Aparecida Martins da Silva, da secretaria estadual da Saúde, o
controle químico, com o uso de veneno, é recomendado apenas em situações
especiais e deve ser orientado por profissionais da área porque sua ação é
apenas momentânea e localizada.
“Estamos
percebendo que alguns casos recentes foram notificados em áreas urbanas e
próximas das cidades. Para o controle é preciso roçar os terrenos baldios e
também tratar os animais que entram nas matas e depois retornam para os
domicílios na zona urbana”, alerta a enfermeira.
A
recomendação é para que os terrenos baldios fiquem livres do mato, uma forma de
reduzir os locais de abrigo do carrapato. A área de Zoonoses das secretarias da
Saúde do Estado e dos municípios pode orientar quanto a procedimentos de
prevenção e a eficácia de produtos químicos. No entanto, é responsabilidade do
proprietário da área a contratação de serviços especializado.
Viver News – Karine Graeff c/ assessoria
Apoio:
Ótica Cristal, Essencial Modas, Coamo, Acit, Oftalmologia Dr. John Prochnau,
Sicoob Meridional, Lodi, Colégio La Salle, Imobiliária Plena, Restaurante
Filezão, Colégio Alfa Premium, Inviolável, Yara Country Club, Junsoft,
Oesteline, Toledão, Unimed Costa Oeste, Tchibuum Natação e Hidro, Unipar, Sifra
Imobiliária, Recanto Cataratas Thermas Resort & Convention, Rafain Show
Churrascaria, Vivaz Cataratas Hotel & Resort










0 Comentários:
Postar um comentário
Assinar Postar comentários [Atom]
<< Página inicial