Mercado financeiro eleva estimativa de inflação de 3,29% para 3,31%
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Agência Brasil - A previsão de instituições financeiras
para a inflação este ano subiu. A previsão para a inflação, calculada pelo
Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), passou de 3,29% para
3,31%.
Para os anos seguintes não houve alterações: 3,60%, em
2020, 3,75% em 2021, e 3,50% em 2022. Essas estimativas são de pesquisa a
instituições financeiras, elaborada semanalmente pelo Banco Central (BC) e
distribuída às segundas-feiras, em Brasília.
As projeções para 2019 e 2020 estão abaixo do centro
da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta de inflação,
definida pelo Conselho Monetário Nacional, é 4,25% em 2019, 4% em 2020, 3,75%
em 2021 e 3,50% em 2022, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual
para cima ou para baixo.
Taxa
Selic
O principal instrumento usado pelo BC para controlar a
inflação é a taxa básica de juros, a Selic. Quando o Comitê de Política Monetária
(Copom) do BC reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com
incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e
estimulando a atividade econômica.
Quando o Copom aumenta a Selic, a meta é conter a
demanda aquecida e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos
encarecem o crédito e estimulam a poupança. O mercado financeiro continua
esperando que a Selic encerre 2019 e 2020 em 4,50% ao ano.
Para 2021, a expectativa é que a taxa Selic termine o
período em 6% ao ano. Para o fim de 2022, a previsão é 6,50% ao ano.
Crescimento
econômico
A estimativa de expansão do Produto Interno Bruto
(PIB), a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, foi mantida em
0,92% este ano. Para 2020, a projeção subiu de 2% para 2,08%. Já a expectativa
para 2021 2022, permanece em 2,50%.
Dólar
A previsão para a cotação do dólar segue em R$ 4 para
o fim de 2019 e 2020.






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