Pesquisa sobre público com TEA em Toledo segue até dia 30 de dezembro
O grupo de trabalho (GT) denominado “Rede de Atenção ao Portador com Transtorno do Espectro Autista (TEA)” informa que o levantamento que visa quantificar o número de pessoas em Toledo que têm este quadro devidamente diagnosticado ou ainda sob investigação foi prorrogado até a próxima quinta-feira (30). A pesquisa está sendo realizada por meio de formulário eletrônico https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScXfn37ANAwqpVgAxaYJz_bNit1wYIpK9QyTUxpDQU60xjC9g/viewform com link na página inicial do site da Prefeitura de Toledo https://www.toledo.pr.gov.br/ e seria encerrada nesta segunda-feira (20), mas foi prorrogada em virtude do número baixo de respostas ao questionário.
Neste formulário, os
participantes do levantamento fornecem dados básicos, bem como os relacionados
ao atendimento médico e educacional recebido pelo paciente. A partir dessas
informações, o governo municipal poderá ser mais assertivo para elaborar
políticas públicas específicas para pacientes com TEA e seus familiares.
Criado recentemente pelo
prefeito Beto Lunitti para este finalidade, o GT tem caráter intersetorial e,
em breve, se tornará uma comissão permanente. Fazem parte epresentantes de órgãos ou departamentos das
secretarias de Saúde (Gestão, Saúde Mental, Caps-i, Caps II e Atenção
Primária), da Educação (Gabinete e Cipe [Centro Integrado de Políticas
Educacionais Professora Maria Iaschombek Doege]) e de Assistência Social e
Proteção à Família, bem como da Associação de Familiares e Amigos dos Autistas
(Vida). “As informações que serão fornecidas no preenchimento deste formulário
nos dará uma ideia de quantas pessoas com autismo temos em Toledo, a idade
delas, o bairro ou distrito em que residem, as necessidades que possuem, e as
lacunas e gargalos dos serviços públicos. Com esses dados em mãos, será
possível elaborar uma proposta específica para este público”, explica a
coordenadora pedagógica do Cipe, Danieli Bringmann.
A diretora de Saúde Mental da
SMS, Tatiani Finkler Guzzo, destaca a importância dos familiares de pacientes
com TEA (suspeita ou confirmada) de participarem deste levantamento. “Avaliando
os bancos de dados a que temos banco de dados, chegamos à conclusão de que essa
informação relacionada ao autismo está muito pulverizada. Por isso, para dar
visibilidade a estas pessoas, é fundamental um engajamento ainda maior, pois só
assim será possível oferecermos mais qualidade ao atendimento deste público”,
salienta.
Editores:
Wanderley Graeff e Karine Graeff (vivertoledo@gmail.com) – Ger. Adm.: Luciane
Graeff
Apoio: Acit, Ótica
Cristal, Prati-Donaduzzi, Essencial Modas, Imobiliária Plena, Restaurante
Filezão, Colégio Alfa Premium, Yara Country Clube, Junsoft, Oesteline, Toledão,
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