Pandemia: o Universo nos chama a mudanças profundas de comportamento
* Wanderley Graeff
Um amigo, um grande empresário do setor da hotelaria da região, homem culto e de grande visão de negócios e da vida, me fez um questionamento sobre um tema que domina os debates após uma postagem do Viver Toledo sobre o início da vacinação infantil no Paraná.
A dúvida do bom amigo é se deve ou não vacinar o seu filho, razão pela qual estava ouvindo a opinião de amigos para tomar uma decisão.
Acredito sinceramente que nada, absolutamente nada sobre tudo o que acontece na humanidade ocorre sem a permissão de Deus. Ah, mas que Deus é esse que permite uma pandemia que mudou drasticamente o mundo? Que Deus é esse que faz com que o planeta inteiro volte a se preocupar com o futuro diante de uma nova onda da doença?
Na sua maravilhosa obra, o Criador concedeu ao ser humano inteligência e livre arbítrio, inclusive com o poder de mudar a ordem das coisas, para o bem ou para o mal. E, em razão das suas atitudes, arcar com as consequências dos atos que mudam o planeta e provocam os desequilíbrios que afetam o mundo em que vivemos com consequências entre o ganho de energia e o desgaste de energia, abrindo as portas do nosso organismo para uma queda de resistência física. E escancarando o nosso organismo físico e psíquico como uma porta aberta para infecções e doenças das mais variadas.
A pandemia não veio de graça. Ela é resultado da lei imutável da ação e da reação. Mas veio para dar ao ser humano a oportunidade de promover mudanças profundas de comportamento, sobretudo de atitude em relação a tudo o que nos cerca. E nos convida a sermos mais compassivos, a promover o bem sem olhar a quem, assim como também a deixarmos de lado atitudes tóxicas, inclusive em relação às veias ácidas da crítica gratuita e destrutiva sobre qualquer assunto.
E como mudar o mundo sem o exercício da empatia, do espírito de compreensão e colaboração e, pode parecer piegas, praticar o exercício do ensinamento máximo quer deve permear a vida de todo ser humano: o amor? Não há outro caminho.
Diante da pandemia e da perda de milhões e milhões de vidas, aqueles que creem passaram a orar pedindo a Deus por um milagre. E o ser humano foi colocado à prova em relação às suas capacidades impingidas no ato da Criação para, no meu entendimento, fazer com que o milagre se tornasse real.
A Centelha Divina que está dentro do ser humano possibilitou que cientistas fossem iluminados pelas pequenas porções da própria energia de Deus. Como resultado da imersão nas pesquisas, as vacinas começaram a ser produzidas, uma após a outra praticamente ao mesmo tempo, para dar à humanidade a luz que ela esperava.
A produção das vacinas ocorreu num tempo recorde e elas ainda estão em processo de aperfeiçoamento, é evidente, mas a verdade inexorável é que a pandemia foi freada a partir da vacinação em massa.
A retomada da pandemia sob a forma de variantes vem acompanhada de uma verdade incontestável: o processo de cura do planeta pelas mudanças comportamentais continua desafiando o ser humano a rever os seus conceitos.
Um amigo, um grande empresário do setor da hotelaria da região, homem culto e de grande visão de negócios e da vida, me fez um questionamento sobre um tema que domina os debates após uma postagem do Viver Toledo sobre o início da vacinação infantil no Paraná.
A dúvida do bom amigo é se deve ou não vacinar o seu filho, razão pela qual estava ouvindo a opinião de amigos para tomar uma decisão.
Acredito sinceramente que nada, absolutamente nada sobre tudo o que acontece na humanidade ocorre sem a permissão de Deus. Ah, mas que Deus é esse que permite uma pandemia que mudou drasticamente o mundo? Que Deus é esse que faz com que o planeta inteiro volte a se preocupar com o futuro diante de uma nova onda da doença?
Na sua maravilhosa obra, o Criador concedeu ao ser humano inteligência e livre arbítrio, inclusive com o poder de mudar a ordem das coisas, para o bem ou para o mal. E, em razão das suas atitudes, arcar com as consequências dos atos que mudam o planeta e provocam os desequilíbrios que afetam o mundo em que vivemos com consequências entre o ganho de energia e o desgaste de energia, abrindo as portas do nosso organismo para uma queda de resistência física. E escancarando o nosso organismo físico e psíquico como uma porta aberta para infecções e doenças das mais variadas.
A pandemia não veio de graça. Ela é resultado da lei imutável da ação e da reação. Mas veio para dar ao ser humano a oportunidade de promover mudanças profundas de comportamento, sobretudo de atitude em relação a tudo o que nos cerca. E nos convida a sermos mais compassivos, a promover o bem sem olhar a quem, assim como também a deixarmos de lado atitudes tóxicas, inclusive em relação às veias ácidas da crítica gratuita e destrutiva sobre qualquer assunto.
E como mudar o mundo sem o exercício da empatia, do espírito de compreensão e colaboração e, pode parecer piegas, praticar o exercício do ensinamento máximo quer deve permear a vida de todo ser humano: o amor? Não há outro caminho.
Diante da pandemia e da perda de milhões e milhões de vidas, aqueles que creem passaram a orar pedindo a Deus por um milagre. E o ser humano foi colocado à prova em relação às suas capacidades impingidas no ato da Criação para, no meu entendimento, fazer com que o milagre se tornasse real.
A Centelha Divina que está dentro do ser humano possibilitou que cientistas fossem iluminados pelas pequenas porções da própria energia de Deus. Como resultado da imersão nas pesquisas, as vacinas começaram a ser produzidas, uma após a outra praticamente ao mesmo tempo, para dar à humanidade a luz que ela esperava.
A produção das vacinas ocorreu num tempo recorde e elas ainda estão em processo de aperfeiçoamento, é evidente, mas a verdade inexorável é que a pandemia foi freada a partir da vacinação em massa.
A retomada da pandemia sob a forma de variantes vem acompanhada de uma verdade incontestável: o processo de cura do planeta pelas mudanças comportamentais continua desafiando o ser humano a rever os seus conceitos.
Não vem ao caso se a sua opinião é favorável ou contrária à vacina, ela deve ser respeitada. Mas a verdade é este
pequeno planeta, não mais que um simples fragmento de um grão de areia diante
da magnitude do Universo, roga aos seus habitantes por mudanças profundas para
que os beneficiados sejamos nós mesmos na busca de uma nova escala a caminho da
evolução como seres eternos. O caminho pode ser penoso. Ou não. Tudo depende da
atitude que tomarmos em relação à vida e aos nossos atos.
* Wanderley Graeff é jornalista com atuação em diversos meios de comunicação e assessorias. É editor do Viver Toledo
Editores: Wanderley Graeff e Karine Graeff (vivertoledo@gmail.com) – Ger. Adm. Luciane Graeff
Apoio: Acit, Ótica Cristal, Prati-Donaduzzi, Essencial Modas, Imobiliária Plena, Restaurante Filezão, Colégio Alfa Premium, Yara Country Clube, Junsoft, Oesteline, Toledão, Tchibuum Natação e Hidro, Help Informática, Recanto Cataratas Thermas Resort & Convention, Rafain Show Churrascaria, Vivaz Cataratas Hotel & Resort, Inglês Athus, Sicoob Meridional, Viação Sorriso de Toledo, Biopark, Aludex Esquadrias e Vidros, Sonomag Colchões, Maestro Thermas Park Hotel, Sintomege
* Wanderley Graeff é jornalista com atuação em diversos meios de comunicação e assessorias. É editor do Viver Toledo
Editores: Wanderley Graeff e Karine Graeff (vivertoledo@gmail.com) – Ger. Adm. Luciane Graeff
Apoio: Acit, Ótica Cristal, Prati-Donaduzzi, Essencial Modas, Imobiliária Plena, Restaurante Filezão, Colégio Alfa Premium, Yara Country Clube, Junsoft, Oesteline, Toledão, Tchibuum Natação e Hidro, Help Informática, Recanto Cataratas Thermas Resort & Convention, Rafain Show Churrascaria, Vivaz Cataratas Hotel & Resort, Inglês Athus, Sicoob Meridional, Viação Sorriso de Toledo, Biopark, Aludex Esquadrias e Vidros, Sonomag Colchões, Maestro Thermas Park Hotel, Sintomege


0 Comentários:
Postar um comentário
Assinar Postar comentários [Atom]
<< Página inicial