28/01/2022

Vacinação: o (único) caminho para vencermos o vírus chinês


Soube com tristeza que um antigo amigo está intubado há mais de uma semana em um leito de UTI. Estou na torcida pela sua recuperação.
Meu amigo não se vacinou e pegou a doença medonha. Ele não só é contra a vacina, como usa as suas redes sociais para repostar tudo o que é produzido pelos movimentos contrários à imunização.
A decisão de não se vacinar é um direito, mas lamento que a infecção de que ele foi vítima tenha atingido um grau elevado de agressividade. É muitíssimo provável que ele teria passado pela doença com sintomas leves, recolhido em sua própria residência se tivesse seguido o exemplo da maioria inquestionável dos brasileiros.
A vacina garante imunidade? Não. Mas inegavelmente diminuiu a agressividade do vírus de raízes chinesas.
As estatísticas estão aí para provar. Com a imunização, a maioria dos casos que voltaram a se registrar após um período de certa tranquilidade, apresenta sintomas mais leves.
Antes da vacinação em massa, 36 em cada grupo de mil pessoas necessitavam de internamento em UTI, número que caiu à proporção de uma pessoa por mil.
Os números falam por si só.
Vacinando-se ou não, cuide-se e cuide bem daqueles que o cercam.
Editores: Wanderley Graeff e Karine Graeff (vivertoledo@gmail.com) – Ger. Adm. Luciane Graeff
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