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| Visita à nova planta da Frimesa, que será inaugurada em dezembro - Foto: Divulgação/Primato |
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Prestes
a ser inaugurada, a nova planta industrial da Frimesa chama a atenção não
apenas de quem trafega pela PR-182, entre Toledo e Assis Chateaubriand, mas
também de quem está diretamente ligado ao setor da suinocultura pelo que o
empreendimento poderá representar para o desenvolvimento da Região Oeste do
Paraná. A inauguração do frigorífico de abate de suínos está marcada para o dia
22 de dezembro, mas até lá visitas técnicas estão sendo agendadas entre as
cooperativas que integram a Frimesa.
A
diretoria da Primato Cooperativa Agroindustrial esteve há alguns dias na
unidade e agora estendeu o convite para seus 140 integrados da suinocultura,
equipe técnica e conselheiros. William Wesendonck, gestor de suinocultura da
Primato, explica que o objetivo da visita “foi conhecer a maior planta de abate
de suínos da América Latina. Este feito será para poucos, uma vez que após o
início das atividades não será mais autorizado acesso à grande maioria das
estruturas que compõem todo o complexo”, destaca.
Wesendonck
lembra que os produtores da Primato já tiveram oportunidade, em outro momento,
de visitar o frigorífico de Medianeira, entretanto, não é possível conhecer
algumas seções com tantos detalhes como agora na unidade de Assis
Chateaubriand, “justamente porque ainda ela não entrou em operação e isso nos
permite ter acesso, por exemplo, às dependências internas das salas
refrigeradas onde acontece a maior parte de todo o processo”.
Capacidade
De
acordo com o gestor de suinocultura da Primato, a nova unidade da Frimesa vai
abater inicialmente cerca de 3.750 animais/dia, ampliando gradativamente sua
capacidade até o final de 2024, quando deverá atingir o abate diário de 7.500.
Seguindo a rampa de ampliação o objetivo é chegar a 15.000 animais/dia. Para
isso, segundo William Wesendonck, serão criados aproximadamente 8.500 empregos
diretos.
“Para
a Primato essa ampliação é muito importante, pois possibilita o crescimento do
setor de suinocultura acima de 100%”, comenta Wesendonck, que destaca os
investimentos da própria Primato para acompanhar o crescimento de todo o setor,
como a ampliação de fábrica de ração, recebimento de insumos agrícolas,
logística de caminhões, além de mais produtores integrados à cooperativa.
“Para
o produtor rural, existe a possibilidade de ampliação das estruturas e, com
isso, uma maior fonte de renda, garantia de alojamento e recolha dos animais”,
analisa o gestor de suinocultura da Primato. William Wesendonck reforça que a
cooperativa tem sido importante para oferecer a estabilidade em momentos de
crise, “como passamos neste último ano. Sem falar que grandes empreendimentos
como este, além de exigirem mais qualidade no produto final, nos trazem as mais
variadas possibilidades junto a parceiros em tecnologias de automações e
ambientais como a produção de biogás e biofertilizantes”, finaliza William
Wesendonck.
Com Assessoria/Primato
Viver Toledo - Ano 14
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