Ecoponto Itinerante do Fachini recolheu mais de 40 toneladas de materiais
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| Foto: Ricardo Morante |
Moradores
do Fachini, voluntários de diversos grupos da sociedade organizada, servidores
municipais e ocupantes de cargos comissionados da Prefeitura de Toledo
participaram, no sábado (25), de mais um Ecoponto Itinerante. Ao todo, 41
toneladas foram retiradas do bairro - 35 de resíduos volumosos e 6 de
recicláveis - e receberam uma destinação correta, contribuíram para a limpeza
dos quintais e para eliminar possíveis criadouros do Aedes aegypti. O
recolhimento aconteceu por toda a região, como ponto central da coleta na Praça
Carmen Terezinha Ost (Praça Paris).
A
intenção com a ação era retirar dos quintais, terrenos baldios e fundos de
vale, todos os tipos de materiais. “É uma ação que tem como o objetivo tirar o
lixo e os resíduos, mas com foco principal em eliminar criadouros do mosquito
transmissor da Dengue, Chikungunya e Zika”, disse o prefeito Beto Lunitti que
participou da atividade durante toda a manhã acompanhado do vice-prefeito
Ademar Dorfschmidt. “É preciso dar o exemplo e eu e o prefeito [Beto Lunitt]
fazemos questão de auxiliar nossos servidores para mostrar que manter a cidade
limpa é dever de todos”, completou Ademar.
Foram
recolhidos colchões, sofás, eletrodomésticos e demais resíduos. Chamou a
atenção a retirada de aproximadamente 250 pneus inservíveis, além de diversos
objetos com possibilidade de acumular água, tornando-se criadouros do Aedes
aegypti, como vasos, pneus, garrafas, móveis velhos, entre outros, foram
coletados. “Tivemos uma boa participação da comunidade e é assim que nós, como
poder público, estamos fazendo nossa parte”, acrescentou Lunitti.
Conforme
a coordenadora do Setor de Controle e Combate às Endemias, Lilian Konig, o
trabalho precisa ser de todas as comunidades, em especial por conta da
Chikungunya, uma doença transmitida pelo Aedes aegypti, e que já causou uma
vítima fatal no Paraná. “Eliminar o mosquito é a única forma de se prevenir da
doença, por isso é preciso manter os quintais limpos. É preciso se
conscientizar. Nossa preocupação aumenta por conta da proximidade com o
Paraguai, país que vive uma epidemia de chikungunya e por já termos casos
confirmados em toda a região”, comenta.
De
acordo com o secretário do Meio Ambiente, Júnior Henrique Pinto, a realização
do Ecoponto auxilia em diversas situações. “Apesar de termos dado mais enfoque
à questão da limpeza, por conta do mosquito da Dengue, Chikungunya e Zika, a
ação em si é transformadora para o bairro. Todas as ruas foram visitadas,
auxiliamos na orientação sobre como manter quintais e espaços públicos limpos,
entre outras ações”, concluiu.
Viver Toledo - Ano 14
Editoria: Wanderley
Graeff e Karine Graeff
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