CGE aposta na mudança de cultura em campanha para preservar o ambiente de trabalho
A Controladoria-Geral do Estado (CGE) acertou no direcionamento da Campanha de Prevenção e Combate ao Assédio Moral e Sexual em Ambiente de Trabalho deste ano. Lançado na metade do mês passado, o vídeo teve mais de 2 mil visualizações e as quatro postagens na rede Instagram chegaram a 6,6 mil contas, a maioria delas ainda não seguia a CGE.
DENÚNCIAS
De acordo com o coordenador de Ouvidoria, Yohhan Souza, é comum que em mês de
campanha a Ouvidoria receba mais manifestações sobre o assunto divulgado.
“Percebemos que muitos ainda não se preocupam em embasar o assédio, quer por
provas físicas ou por testemunhas. Isso é necessário para o devido
encaminhamento e a consequente medida punitiva”, explicou.
Souza
reforçou que o governador Carlos Massa Ratinho Junior assinou o decreto
7.791/2021, que descreve medidas de proteção à identidade dos denunciantes. Nos
registros da Ouvidoria, observou-se aumento nos relatos de assédio moral ou
sexual depois da normativa.
A
CGE é parceira da Secretaria da Mulher e da Igualdade Racial e do Portal Ame-se
na proteção dos direitos das servidoras e servidores. No início de maio, foi
criada a Ouvidoria da Mulher Servidora que prevê acolhimento especial a vítimas
femininas de assédio. O serviço foi oferecido em parceria com a Secretaria.
LEGISLAÇÃO
LEGISLAÇÃO
Durante o mês passado, Yohhan Souza e Paulo Palacios participaram de
palestras sobre o tema em diversos órgãos da administração estadual. Além de
divulgar como coibir posturas inadequadas, eles reforçam a necessidade do
registro adequado para a caracterização do assédio.
Palacios
citou que campanhas de prevenção a condutas inadequadas fazem parte das
atribuições da Coordenadoria de Integridade e Compliance. A ação é divulgada
pelos mais de 69 agentes de Compliance distribuídos em órgãos e entidades do
Governo do Estado.
Entre
as finalidades da CGE está “a defesa dos direitos e interesses individuais e
coletivos contra atos e omissões cometidos pela Administração Pública Estadual”
(Lei 17.745/2013). Essa defesa fica mais evidente na lei que criou o Programa
de Integridade e Compliance do Paraná e determina: “estimular o comportamento
íntegro e probo dos agentes públicos e políticos” (Lei 19.857/2019).
Viver Toledo - Ano 14
Editoria: Wanderley Graeff, Karine Graeff e Juninho Graeff
(45) 98801-8722
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CEP 85.904-180 – Toledo-PR
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