12/08/2024

Mercado solar e os riscos e consequências da venda de painéis falsos



Num mercado aquecido como é o da energia fotovoltaica, é preciso que o consumidor fique atento à qualidade dos equipamentos que compra para evitar dores de cabeça. Cabe aos envolvidos na cadeia produtiva - indústrias, distribuidores e integradores, o papel fundamental de assegurar que o consumidor não entre numa espiral de prejuízos, que podem levar a processos de responsabilização por estelionato.
 
São batizados de “fake power” os painéis que entregam potência inferior ao preconizado. Painéis com capacidade especificada de 560W, por exemplo, são vendidos com o apelo de preço mais baixo, quando na verdade têm potência aquém.
 
Gato por lebre
O resultado é prejuízo certo na geração de energia e incorrência dos envolvidos – distribuidores e integradores - em crime de estelionato, conforme o artigo 171 do Código Penal. O integrador pode ser responsável pelos danos causados pelo equipamento falso, o mesmo ocorrendo com o distribuidor, caso ele participe da fraude contra o consumidor.
 
Ou seja, a é sinônimo de incômodo certo para os envolvidos nessa cadeia de “fake power”, além de inevitável dano à imagens das empresas que se utilizam desse artifício.
E como se blindar de problemas: a única certeza é desconfiar sempre de preços baixos e trabalhar com marcas de credibilidade no mercado nacional.
 
Viver Toledo - Ano 16
Por quem faz jornalismo há 46 anos
Editoria: Wanderley Graeff, Karine Graeff e Juninho Graeff
(45) 98801-8722
Rua Três de Outubro, 311 – S. 403- Vila Industrial
CEP 85.904-180 – Toledo-PR




0 Comentários:

Postar um comentário

Assinar Postar comentários [Atom]

<< Página inicial