Prati-Donaduzzi é case de estudo dos juízes do TRT-Paraná
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| Os visitantes na unidade fabril onde são produzidos medicamentos importantes do portfólio da empresa |
Um grupo de 20 servidores e juízes da Justiça do
Trabalho do Paraná (TRT-PR) fez uma visita técnica na sexta-feira (14) na
Prati-Donaduzzi e no Parque Científico e Tecnológico de Biociências (Biopark),
em Toledo. Entre eles, a juíza Morgana de Almeida Richa coordenadora da Escola
Judiciária e a juíza titular da 2ª Vara do Trabalho de Toledo, Gabriela Macedo.
Na farmacêutica, os servidores e juízes do
judiciário paranaense foram recepcionados pelo Diretor-Presidente, Eder
Fernando Maffissoni, e pela Sócia-Fundadora da empresa, Carmen Donaduzzi.
Também assistiram a uma apresentação do Coro Serprati.
Durante uma apresentação institucional, Maffissoni
destacou que nos próximos cinco anos, a fábrica praticamente dobrará seu
portfólio de produtos. Das atuais 324 apresentações em 2019, terá 531 opções de
tratamento para oferecer à população. Também deverá lançar no mercado produtos
com patente, como o Myalo, medicamento à base de canabidiol (CBD), que tem como
objetivo controlar as crises de epilepsia refratária.
Após a conversa com a diretoria da Prati-Donaduzzi,
os servidores seguiram para conhecer à unidade fabril onde são produzidos
medicamentos importantes do portfólio da empresa. Entre eles, o
anti-hipertensivo Losartana e o antidiabético Metformina.
A visita na maior fábrica de genéricos do Brasil faz
parte dos treinamentos oferecidos pela Escola Judicial, que este ano, tem como
meta principal debater a Indústria 4.0. Uma metodologia que está revolucionando
à maneira como as fábricas vem operando.
“Integrar o roteiro de visitas da Escola Judicial é
um reconhecimento do trabalho realizado pela Prati-Donaduzzi ao longo desses 25
anos”, disse Maffissoni. Além da Prati-Donaduzzi, o grupo de servidores já
conheceu outras grandes empresas paranaenses como Sandoz e Grupo Madero.
Valorização
das pessoas
Segundo a juíza Morgana de Almeida Richa,
coordenadora da Escola Judiciária, os servidores já visitaram várias empresas
para verificar como a tecnologia está aplicada no mundo do trabalho. Inclusive
avaliar quais profissões estão ficando obsoletas e quais são emergentes.
“A Prati-Donaduzzi é um exemplo de valorização das
pessoas. Atua diferente da maioria. Enquanto muitas empresas estão trocando
pessoas por máquinas, a Prati mantém seus colaboradores na linha de frente”,
afirmou.
Apesar de ter uma gestão verticalizada e sem a
terceirização dos serviços, todas as fases da produção até a entrega dos
produtos funcionam em extrema perfeição. “Percebemos um cuidado com as
atividades em todos setores. E, sobretudo, que o produto final tenha
qualidade”, disse.
A juíza da 2ª vara do Trabalho de Toledo, Gabriela
Macedo, avaliou a visita como uma forma de estreitar relações com as empresas
locais. “É muito importante para o juiz que está em uma cidade conhecer as
empresas que ela possui e principalmente como trata seus colaboradores.
Conhecer a Prati e sua rotina no dia a dia foi muito valioso”.
A fundadora da empresa, reforçou que valorizar o
trabalhador é uma das premissas da indústria de genéricos. “Aqui na Prati somos
uma grande família. Sem as pessoas a Prati não é nada. Com elas, produzimos
quase 12 bilhões de doses de medicamentos por ano”, concluiu Carmen.
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News – Karine Graeff c/ assessoria
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