Hospital Bom Jesus recebe R$ 8,725 milhões em recursos federais em um ano
O ano de 2016 foi crítico para o Hospital Bom Jesus de
Toledo. A entidade acumulava mais de R$ 20 milhões em dívidas por conta da
falta de repasses dos governos estadual e federal. O risco de fechamento era
iminente.
Desde então, o deputado estadual José Carlos
Schiavinato (Progressistas/PR) foi chamado a colaborar com o Hospital. Naquele
mesmo ano, foram regularizados os repasses provenientes do Sistema de
Assistência à Saúde (SAS) de R$ 408.322,32 mensais, totalizando R$ 4.899.867,84
em um ano.
Além disso, o Governo do Estado reassumia o pagamento
administrativo dos quatorze leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) com
repasses mensais de R$ 200 mil. Novos equipamentos foram comprados, como 2
eletrocardiógrafos e 2 desfibriladores foram viabilizados e ajudaram a melhor
os atendimentos e a dar agilidade e precisão aos diagnósticos.
E não parou por aí. De um ano pra cá já foram
destinados ao Hospital Bom Jesus R$ 8,725 milhões em recursos federais, seja
via Sperafico ou Schiavinato.
Em ofício, o diretor da Hoesp (Associação Beneficente
de Saúde do Oeste do Paraná) entidade mantenedora do Bom Jesus, Dr. Cláudio
Hayashi agradeceu o empenho de Schiavinato, que tem garantido o funcionamento
saudável do Hospital. “Nosso imenso agradecimento ao deputado Schiavinato, pois
esses recursos são importantíssimos para a continuidade da assistência do
Hospital Bom Jesus aos dezoito municípios da 20ª Regional de Saúde, visto que a
unidade já passou por risco de fechamento. A realidade hoje é bem diferente.
Não se fala mais em fechamento, mas em melhorias.”, afirmou Hayashi.
Confira
as Ações:
No
último ano:
• R$ 2,225 milhões no início de 2019 para compra e
medicamentos e equipamentos
• R$ 2 milhões em recursos federais pagos em julho de
2019 para alta e média complexidade
• R$ 2,5 milhões via Dilceu Sperafico pagos em julho
de 2019
• R$ R$ 2 milhões via Schiavinato pagos em dezembro de
2019
Últimos
4 anos:
• Equipamentos: R$ 500 mil
• Custeio Complementar: R$ 6 milhões
• Custeio complementar via SESA: R$ 2.220.000,00
• Regularização dos repasses do convênio com o SAS
• Habilitação no MS da UTI II em 2016: R$ 102 mil/mês
• Obras e equipamentos para a Casa de Parto Normal: R$
400 mil
• Custeio complementar pela SESA para aquisição de
insumos: R$ 3,6 milhões
• Repasse do pagamento referente aos leitos de UTI e
processos administrativos
• Assinatura da portaria 511/2016 pelo Ministério da
Saúde para o repasse de R$ 6 milhões
• Conquista da Certificação de Entidades Beneficentes
de Assistência Social/ Filantropia
• Habilitação da região Macro-Oeste à portaria
2.395/2011 do MS, aumentando o repasse financeiro para o custeio da UTI: R$ 270
mil/mês
• Mudança da tipologia hospitalar HOSPSUS em 2018 com
aumento de R$ 70 mil/mês nos repasses
• Repasse de equipamentos: ultrassom,
eletrocardiógrafo, desfibriladores e ventiladores pulmonares
• Destinação de recursos para o custeio de materiais,
medicamentos e equipamentos: R$ 503.478,00
• Custeio por incremento pelo Limite Financeiro da
Assistência de Média e Alta Complexidade: R$ 1.550.000,00
Viver News – Karine Graeff c/ assessoria
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