Toledo tem 702 casos de dengue confirmados nesta terça (10)
A Secretaria de Saúde do município de Toledo acaba de divulgar novos dados sobre a dengue.
Nesta terça-feira (10),
já são 892 casos notificados, dos quais 98 deram negativos, 29 são importados,
673 autoctones e 92 aguardando resultado, totalizando 702 casos confirmados.
Os distritos também contabilizam
casos, sendo 29 em Novo Sarandi, 6 em Vila Nova e Ouro Preto, 3 em Concórdia do
Oeste, 2 em Bom Princípio. São Luiz do Oeste, Sobradinho, Vila Ipiranga, Dez de
Maio e Dois Irmãos têm um caso cada.
Prevenção
A melhor forma de
prevenção da dengue é evitar a proliferação do mosquito Aedes Aegypti,
eliminando água armazenada que podem se tornar possíveis criadouros, como em
vasos de plantas, lagões de água, pneus, garrafas plásticas, piscinas sem uso e
sem manutenção, e até mesmo em recipientes pequenos, como tampas de garrafas.
Roupas que minimizem a
exposição da pele durante o dia - quando os mosquitos são mais ativos -
proporcionam alguma proteção às picadas e podem ser uma das medidas adotadas,
principalmente durante surtos. Repelentes e inseticidas também podem ser
usados, seguindo as instruções do rótulo. Mosquiteiros proporcionam boa
proteção para aqueles que dormem durante o dia, como bebês, pessoas acamadas e
trabalhadores noturnos.
Sintomas
Os principais sintomas da
dengue são: febre alta > 38.5ºC., dores musculares intensas, dor ao
movimentar os olhos, mal estar, falta de apetite, dor de cabeça, manchas
vermelhas no corpo.
No entanto, a infecção
por dengue pode ser assintomática (sem sintomas), leve ou grave. Neste último
caso pode levar até a morte. Normalmente, a primeira manifestação da dengue é a
febre alta (39° a 40°C), de início abrupto, que geralmente dura de 2 a 7 dias,
acompanhada de dor de cabeça, dores no corpo e articulações, além de
prostração, fraqueza, dor atrás dos olhos, erupção e coceira na pele. Perda de
peso, náuseas e vômitos são comuns. Em alguns casos também apresenta manchas
vermelhas na pele.
Na fase febril inicial da
dengue, pode ser difícil diferenciá-la. A forma grave da doença inclui dor
abdominal intensa e contínua, vômitos persistentes e sangramento de mucosas. Ao
apresentar os sintomas, é importante procurar um serviço de saúde para
diagnóstico e tratamento adequados, todos oferecidos de forma integral e
gratuita por meio do Sistema Único de Saúde (SUS).
Vacina
No momento, só existe uma
vacina contra dengue registrada na Anvisa, que está disponível na rede privada.
Ela é usada em 3 doses no intervalo de 1 ano e só deve ser aplicada, segundo o
fabricante, a OMS e a ANVISA, em pessoas que já tiveram pelo menos uma infecção
por dengue.
Esta vacina não está
disponível no SUS, mas o Ministério da Saúde acompanha os estudos de outras
vacinas.
Viver News – Karine Graeff c/ assessoria
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