Empresa usa conceito de mapas mentais para acelerar desenvolvimento de softwares
Nova residente no Biopark, a Mapperidea garante o desenvolvimento de programação de forma mais ágil e eficiente
A Mapperidea foi criada por Clóvis Wichoski, profissional com mais de 23 anos de experiência em programação. “Começamos a desenhar o nosso produto em 2013. O conceito é, através de mapas mentais, fazer todo o levantamento das ideias do software que queremos e assim acelerar o desenvolvimento em no mínimo cinco vezes, melhorando um dos grandes problemas que nós temos nas empresas, que é a agilidade”, comenta Clóvis.
A grande vantagem do mapa mental é que com ele é possível desenhar as aplicações sem escrever as linhas de código desde o início. Ou seja, é possível montar o esqueleto de toda a aplicação em uma ferramenta de simples entendimento. Outro ponto de destaque é a metodologia Deep Code. A partir dela, a ferramenta produz o código de acordo com a arquitetura proposta pelo programador. E depois de criar o mapa mental, basta exportar o resultado para a linguagem desejada, agilizando todo o processo. (continua após anúncio)
Com a Mapperidea, é possível que a tecnologia sempre esteja atualizada dentro da empresa, independente da mudança de profissionais, ou seja, que o patrimônio intelectual da empresa seja preservado. “Quando há muitas pessoas trabalhando neste desenvolvimento, corremos o risco de a pessoa sair ou da tecnologia mudar. Por isso, o nosso processo é estratégico, o primeiro mapa contém todas as ideias do teu software e independe de tecnologia, já o segundo é como o programador faz e escreve aquelas ideias de software dentro de determinada arquitetura. Se uma parte dessa tecnologia muda, ele só altera o segundo mapa, as ideias do software sempre vão ser as mesmas”, explica Rafael Lucas Padilha Mathias, que é Diretor de Atendimento ao Cliente na Mapperidea.
A empresa, que conta com uma equipe de sete pessoas, está em fase de abertura de mercado e no Biopark o objetivo é ter mais visibilidade e ampliar a aplicabilidade da ferramenta. “Temos muito conhecimento de tecnologia e desenvolvimento de software, mas precisamos nos aprimorar em gestão e ampliar o networking. Estar no Biopark é estar em um Ecossistema que tem na veia tecnologia voltada para a vida e precisamos estar ao lado de empresas que tenham sucesso”, explica Clóvis.
Para Rafael, a sinergia do local é um ponto a ser destacado. “Assim como nós acreditamos que o Biopark pode somar, acreditamos que o modelo praticado do nosso negócio se aplica muito bem aqui. Ganhamos visibilidade, expertise de mercado e em contrapartida fornecemos um meio para que as empresas possam se desenvolver mais rápido. É uma sinergia que dá match”, finaliza.
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