Startup incubada no Tecpar quer nacionalizar testes rápidos para várias doenças
Uma startup da
área da saúde, incubada no Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar), pretende
nacionalizar a produção de testes rápidos para doenças infecciosas, entre elas
a covid-19, dengue, zika vírus e febre chikungunya. O projeto que prevê uma
plataforma para transferência da tecnologia de produção destes testes
diagnósticos para o Brasil é da Famivita, e foi aprovado no mais recente edital
da Incubadora Tecnológica do Tecpar (Intec).
Atualmente, sete
startups desenvolvem suas tecnologias com o apoio da Intec. São soluções
tecnológicas inovadoras nas áreas de sustentabilidade; saúde e diagnóstico;
energias renováveis; cosméticos; educação digital e sistema de gestão (ERP),
selecionadas por meio de chamada pública permanente.
O
diretor-presidente do Tecpar, Jorge Callado, salienta que a pesquisa,
desenvolvimento, produção e distribuição de produtos para a área de saúde estão
entre os objetivos do Tecpar como empresa pública. O instituto também colabora
na pesquisa e desenvolvimento de medicamentos sintéticos, biológicos e
biotecnológicos de interesse do Sistema Único de Saúde (SUS), e de produtos
veterinários.
“Com as expertises
do Tecpar como laboratório público e fornecedor para o Ministério da Saúde, a
incubadora vem recebendo propostas de interessados em receber apoio para
conhecer esse mercado e poder oferecer seus produtos ao setor público”, afirma
Jorge Callado.
No atual momento,
estuda-se sobre a infraestrutura necessária para produção nacional do produto,
atendendo as regras da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A
partir desse planejamento, a Intec irá auxiliar a empresa a identificar o
melhor parceiro para a produção ao mercado nacional.
Incubada
A Famivita tem sua
atuação voltada para a saúde feminina, com foco na reprodução humana e
fertilidade, tendo como principais produtos testes de ovulação e testes rápidos
de gravidez.
Franz Christoph
Geissler, CEO da empresa, conta que a proposta apresentada ao Tecpar prevê a
produção de testes rápidos de triagem, de elevada sensibilidade, baseados na
imunocromatografia - que dispensa o uso de reagente adicional ou equipamentos e
possibilita um diagnóstico rápido e preciso.
“Desde o surto da
dengue, zika vírus e febre chikungunya, houve crescimento na demanda por testes
rápidos. Como o Brasil não domina esta tecnologia, pensamos em transferir a
tecnologia de produção dos testes que já trabalhamos, na aplicação de testes
rápidos para outras patologias”, explica Geissler.
Benefícios
A proposta inicial
é produzir o teste rápido para Covid-19 — para ajudar no controle
epidemiológico na pandemia — seguido de outros testes rápidos que sejam de
interesse do Sistema Público de Saúde. Além do abastecimento do mercado, o
projeto prevê grande impacto financeiro, já que o domínio nacional da
tecnologia e a produção sem intermediários reduziria drasticamente os custos
com testes diagnósticos no país.
Editores: Wanderley Graeff (45 98801-8722) e Karine
Graeff (45 98811-1281)- Gerência Administrativa: Luciane Graeff (45 98811-4875)
Apoio: Acit, Ótica Cristal, Essencial Modas, Lodi Store, Imobiliária Plena,
Restaurante Filezão, Colégio Alfa Premium, Yara Country Clube, Junsoft,
Oesteline, Toledão, Unimed Costa Oeste, Tchibuum Natação e Hidro, Lodi Store,
Unipar, Help Informática, Recanto Cataratas Thermas Resort & Convention,
Rafain Show Churrascaria, Vivaz Cataratas Hotel & Resort, Inglês Athus,
Grupo Nanomax, iBOLSA, Pharma S.A.







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