Parque das Aves recebe 7 flamingos e 1 maguari
Na última sexta-feira
(07), o Parque das Aves, em Foz do Iguaçu, recebeu sete flamingos-chilenos
(Phoenicopterus chilensis) e um maguari (Ciconia maguari).
Assim que chegaram
ao Parque das Aves, os flamingos foram levados para o espaço de manejo do recinto,
onde viverão no futuro: um local amplo, com um lago e muitos espelhos, que são
recursos importantes para o bem-estar dos flamingos. Além disso, o espaço é
completamente cercado por telas de proteção.
“O espaço de
manejo é uma área anexa aos recintos do Parque das Aves, com a função de
facilitar as interações dos técnicos com os animais que vivem nos viveiros.
Essa área pode ser utilizada quando, por exemplo, algum animal está passando
por um tratamento veterinário. Além disso, sempre que um novo animal chega para
morar com um bando de aves que já vive em um determinado recinto, ele será
inicialmente mantido na área de manejo, onde terá a oportunidade de se inserir
no novo grupo de forma gradual, segura e tranquila. Esse local é uma importante
ferramenta para o nosso trabalho, já que nos permite observar um animal
debilitado de uma maneira próxima e individual, oferecendo o tratamento
adequado sem privá-lo do contato próximo com seu grupo habitual. No caso dos
flamingos, por sua vez, eles terão a oportunidade de se habituarem
tranquilamente ao novo local em que viverão depois que finalizado o período de
quarentena”, esclarece Paloma.
O manejo agora
habitado pelos flamingos foi coberto por um tecido de TNT, que fornece uma
privacidade importante para as aves neste contato inicial. Conforme os exames
veterinários forem realizados e as observações da equipe de bem-estar animal
fornecerem indicativos comportamentais de que as aves estão bem-adaptadas ao
espaço, esta barreira visual será removida aos poucos.
“Assim que
tivermos certeza de que as aves estão prontas para visitarem seu novo recinto,
pertinho do público, vamos liberá-las para visitar o ambiente. Por ora, elas
permanecem na área de manejo, recebendo todos os cuidados, realizando exames e
passando por adequação da alimentação”, fala Paloma.
Já o maguari, que
é uma ave muito parecida com o cabeça-seca (Mycteria americana), espécie abrigada
pelo Parque das Aves desde agosto de 2020 (quando um indivíduo foi resgatado e
passou uma por uma delicada cirurgia no Parque), viverá com essa e outras aves
no Viveiro Aves de Rios e Mangues, espaço que está passando por uma reforma
neste momento.
“Assim como os
flamingos, o maguari também vai passar o período de quarentena em um manejo, na
área interna, passando por exames e recebendo toda a atenção necessária para
que se adapte ao novo viveiro e aos seus novos colegas”, comenta Paloma.
Viver
Toledo - Ano 14
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