10/10/2022

Parque das Aves recebe 7 flamingos e 1 maguari

 

Na última sexta-feira (07), o Parque das Aves, em Foz do Iguaçu, recebeu sete flamingos-chilenos (Phoenicopterus chilensis) e um maguari (Ciconia maguari).

Assim que chegaram ao Parque das Aves, os flamingos foram levados para o espaço de manejo do recinto, onde viverão no futuro: um local amplo, com um lago e muitos espelhos, que são recursos importantes para o bem-estar dos flamingos. Além disso, o espaço é completamente cercado por telas de proteção.

“O espaço de manejo é uma área anexa aos recintos do Parque das Aves, com a função de facilitar as interações dos técnicos com os animais que vivem nos viveiros. Essa área pode ser utilizada quando, por exemplo, algum animal está passando por um tratamento veterinário. Além disso, sempre que um novo animal chega para morar com um bando de aves que já vive em um determinado recinto, ele será inicialmente mantido na área de manejo, onde terá a oportunidade de se inserir no novo grupo de forma gradual, segura e tranquila. Esse local é uma importante ferramenta para o nosso trabalho, já que nos permite observar um animal debilitado de uma maneira próxima e individual, oferecendo o tratamento adequado sem privá-lo do contato próximo com seu grupo habitual. No caso dos flamingos, por sua vez, eles terão a oportunidade de se habituarem tranquilamente ao novo local em que viverão depois que finalizado o período de quarentena”, esclarece Paloma.

O manejo agora habitado pelos flamingos foi coberto por um tecido de TNT, que fornece uma privacidade importante para as aves neste contato inicial. Conforme os exames veterinários forem realizados e as observações da equipe de bem-estar animal fornecerem indicativos comportamentais de que as aves estão bem-adaptadas ao espaço, esta barreira visual será removida aos poucos.

“Assim que tivermos certeza de que as aves estão prontas para visitarem seu novo recinto, pertinho do público, vamos liberá-las para visitar o ambiente. Por ora, elas permanecem na área de manejo, recebendo todos os cuidados, realizando exames e passando por adequação da alimentação”, fala Paloma.

Maguari

Já o maguari, que é uma ave muito parecida com o cabeça-seca (Mycteria americana), espécie abrigada pelo Parque das Aves desde agosto de 2020 (quando um indivíduo foi resgatado e passou uma por uma delicada cirurgia no Parque), viverá com essa e outras aves no Viveiro Aves de Rios e Mangues, espaço que está passando por uma reforma neste momento.

“Assim como os flamingos, o maguari também vai passar o período de quarentena em um manejo, na área interna, passando por exames e recebendo toda a atenção necessária para que se adapte ao novo viveiro e aos seus novos colegas”, comenta Paloma.

Viver Toledo - Ano 14

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