O
governador Carlos Massa Ratinho Junior assinou no fim da tarde de terça-feira (07) o decreto ( 435/2023 ) que oficializa o reajuste do Salário
Mínimo Regional, garantindo que o Paraná seguirá com o maior do País. O
Conselho Estadual do Trabalho, Emprego e Renda (Ceter) aprovou em janeiro a
proposta e os valores finais. No Paraná, são quatro faixas e haverá aumento
real em todas elas.
Na
primeira, que engloba trabalhadores agropecuários, florestais e da pesca, o
salário salta para R$ 1.731,02, com ganho real de 1,06%. Os valores para os
demais grupos são R$ 1.798,60 (setor de serviços administrativos, serviços
gerais, reparação, manutenção, vendedores do comércio em lojas e mercados, e
trabalhadores domésticos, um reajuste de 1,02%), R$ 1.859,19 (empregados na
produção de bens e serviços industriais, com ganho de 0,98%) e R$ 1.999,02
(técnicos de nível médio, aumento de 0,92%).
O
mínimo regional não se aplica aos empregados que têm o piso salarial definido
em lei federal, convenção ou acordo coletivo de trabalho, nem aos servidores
públicos.
O
cálculo levou em consideração a mesma estimativa de reajuste na parte
correspondente ao comparativo com o Salário Mínimo Nacional (fixado em R$
1.302,00), gerando equivalência de aumento, e na parte restante, referente à
diferença entre os mínimos nacional e estadual (já que o estadual é sempre
maior), o aumento foi feito com base na evolução do Índice Nacional de Preços
ao Consumidor (INPC), de 5,93%.
"O
Paraná segue com o maior Salário Mínimo Regional do País, uma conquista que
ajuda a manter a nossa economia em alta. Esse trabalho é fruto de amplas
discussões envolvendo o Ceter, que é composto por integrantes do Governo, dos
trabalhadores e dos sindicatos patronais", disse o governador Ratinho
Junior. "Em consenso, o Paraná segue avançando com essa política que é
referência nacional".
A
política de valorização do piso salarial do Estado é fruto de negociação
tripartite no Conselho Estadual do Trabalho, Emprego e Renda do Paraná. A lei
que definiu essa regra existe há mais de 10 anos, o que garante a perenidade
das ações nos 399 municípios.
Como
era e como vai ficar:
Faixa
1 - de R$ 1.617,00 para R$ 1.731,02
Faixa
2 - de R$ 1.680,80 para R$ 1.798,60
Faixa
3 - de R$ 1.738,00 para R$ 1.859,19
Faixa
4 - de R$ 1.870,00 para R$ 1.999,02
Viver Toledo - Ano 14
Editoria: Wanderley
Graeff e Karine Graeff
Ger. Administrativa:
Luciane Graeff
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