Para reforçar controle sobre plantios, IAT estabelece nova portaria para doação de mudas

Foto: Alexandre Dal Forno Mastella/IAT
O Instituto Água e Terra (IAT), autarquia vinculada à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável (Sedest), publicou a Portaria nº 291/2025 que estabelece novos critérios e procedimentos para a produção, doação e transferência de sementes e mudas nativas produzidas pelos viveiros e laboratórios do órgão ambiental. O documento substitui a portaria 386/2020.
Outro ponto importante é a adequação da distribuição de mudas às condições climáticas. A liberação durante o inverno ou em períodos de estiagem passa a depender da análise técnica do coordenador do viveiro, em conjunto com a Gerência de Restauração Ambiental. A Portaria ainda determina que a taxa de mortalidade das mudas em campo não ultrapasse 20%.
PARANÁ MAIS VERDE
Segundo o engenheiro florestal Alexandre Dal Forno Mastella, chefe
da Divisão de Produção de Mudas Nativas do IAT, a nova norma reflete um cenário
de avanços das políticas ambientais do Estado, especialmente com o fortalecimento
do Programa Paraná Mais Verde. “O Paraná Mais Verde vai além dessa linha de
ação das datas comemorativas, dos plantios envolvendo diversos setores da
sociedade nestas datas, o que demanda mudas dos viveiros do IAT. O programa
está institucionalizado e é voltado para a restauração das áreas verdes”, diz .
Mastella
explica que, ao longo desses cinco anos, o programa passou a demandar ações
mais estruturadas não somente nos plantios, mas em diversas atividades de
educação ambiental. “O Paraná Mais Verde é algo em plena evolução, que vamos
adaptando conforme a necessidade, como é o caso dessa nova regulamentação”,
destaca.
A nova Portaria considera também compromissos para a distribuição de mudas em acordos nacionais e internacionais, como as ações firmadas dentro do Consórcio de Integração Sul e Sudeste (Cosud), Plano Nacional de Vegetação Nativa (Planaveg) e do Programa de Regularização Ambiental (PRA), vinculado ao Cadastro Ambiental Rural.
“Todos
esses acordos e projetos fizeram com que buscássemos um melhor entendimento de
todas essas demandas. Uma organização completa”, explica Mastella. “A nova
Portaria reforça ainda a missão do Instituto na conservação da biodiversidade e
no uso responsável dos recursos públicos, ao organizar e regulamentar a forma
como as mudas e sementes nativas devem ser destinadas à população, instituições
e parceiros”.
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A nova Portaria considera também compromissos para a distribuição de mudas em acordos nacionais e internacionais, como as ações firmadas dentro do Consórcio de Integração Sul e Sudeste (Cosud), Plano Nacional de Vegetação Nativa (Planaveg) e do Programa de Regularização Ambiental (PRA), vinculado ao Cadastro Ambiental Rural.
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