Hospital Regional de Toledo: obras iniciam e estrutura deve ser entregue em 8 meses
Como previsto, o município inicia o ano na iminência
de resolver um problema antigo não só de Toledo, mas de toda a região. Na
segunda-feira (06) foi assinada a Ordem de Serviço autorizando o início das
obras de reformas no Hospital Regional de Toledo. A Construtora Guilherme, de
Cascavel, terá prazo de oito meses para concluir os trabalhos.
“Após anos de luta para adequar o Hospital Regional,
felizmente através de ações judiciais estamos conseguindo iniciar as obras para
readequar esse espaço para atender a comunidade. Do jeito que está seria
impossível colocar para funcionar. Não tínhamos bola de cristal para saber como
estavam as condições reais da obra”, disse o prefeito Lucio de Marchi.
Serão investidos R$ 3.439.909,89 para a climatização
das estruturas, recursos do Governo do Estado. Outros R$ 5.872.836,75 para a
reforma estrutural que envolve demolição interna (forro, alvenaria e portas),
demolição externa (retirada do revestimento externo) e a implantação de um novo
sistema elétrico. Recursos integralmente do tesouro municipal.
“Nós vamos colocar cinco fiscais para acompanhar a
evolução da obra e poder cuidar de todos os andamentos. A empresa tem oito
meses para entregar os trabalhos finalizados, porém esperamos que terminem tudo
num prazo ainda menor”, acrescentou o prefeito.
Lucio assumiu o compromisso de emitir boletins todos
os meses informando a população sobre o andamento das obras. Os funcionários da
Construtora Guilherme já iniciaram o processo de demolição do forro de gesso
ainda nesta tarde. Um dos sócios da empresa, Edson Ricardo Mendes, garantiu que
apesar dos prazos para uma obra de tamanha envergadura serem apertados, haverá
empenho de todos para a entrega no menor prazo possível.
Fiscal
de contrato
Ficou sob responsabilidade do engenheiro civil Rodrigo
Salles coordenar a equipe de fiscais de contrato que acompanharão as obras. “É
triste para alguém que é técnico como eu e para todos nós da equipe fazermos
uma reforma de algo que nem foi usado ainda. Mas não existe condições de que o
Hospital funcione nesse prédio sem essas adequações. Das diversas situações, a
principal a ser resolvida é da parte elétrica. As instalações elétricas desse
prédio é a grande parte do valor todo que está sendo investido nessa
adequação”, informou Salles.
Gestão
Paralelo ao trabalho de reforma do hospital, a
Secretaria de Saúde continua o processo de organizar a gestão do mesmo. “É com
grande expectativa que acompanhamos as obras de reforma, esperamos que aconteça
no menor prazo possível. Nós estamos trabalhando para que logo após o término
das obras o hospital esteja apto para dar atendimento à comunidade. São mais de
400 mil habitantes da Macrorregião que esperam por isso”, afirma a Secretária
de Saúde, Denise Liell.
Ela explicou que será realizada uma gestão consorciada
entre União, Estado e municípios por meio do Consórcio Intermunicipal Samu
Oeste (Consamu) que possibilitará maior governabilidade local. “Não descartamos
nenhuma outra possibilidade, mas hoje, para abertura do HRT essa é a melhor
opção”.
Viver News – Karine Graeff c/ assessoria
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