18/01/2019

Biopark: convênio com Garantioeste e carta de intenções com Hotel Ibis

Augusto Sperotto, Luiz Donaduzzi e Edson Carollo: convênio com Garantioeste


Luiz Fernando Hazahaya: Ibis no Biopark

O Parque Tecnológico de Biociências de Toledo (Biopark) formalizou convênio com a Sociedade Garantidora de Crédito do Oeste do Paraná (Garantioeste) para o aporte de recursos de fomento a empresas que atuarão dentro do Biopark.
Em ato, seguido de coletiva de imprensa, realizado ontem no auditório do Biopark, tambem foi firmada carta de intenções com grupo empresarial de Guarapuava com vistas à construção e implantação de um hotel da rede Ibis.
O convênio com a Garantioeste prevê alavancagem financeira de cerca de R$ 1 milhão, sendo assinado pelo diretor-presidente Luiz Donaduzzi e pelos dirigentes da Garantioeste, Edson Carollo e Augusto Sperotto.
Na coletiva de imprensa, Luiz Donaduzzi comentou sobre o estágio de implantação do Biopark, que já abriga o curso de Medicina da Universidade Federal do Paraná, empresas de TI e já tem doação formalizada de laboratório de próteses para a Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR).
Em entrevista ao Viver Toledo, ele comentou sobre a implantação do prédio que abrigará a Unibio, estabelecendo um tempo recorde para a construção, que deverá ter investimento de R$ 30 milhões.

 Biopark foca investimentos em TI e saúde
O projeto do Biopark engloba empresas nas áreas de TI e saúde. A previsão é de funcionamento em breve de curso de licenciatura na área de TI, com estimativa de 2,5 anos de duração e, na sequência, cursos nas áreas de Ciência da Computação e Engenharia da Computação. Alem disso, são previstos 100 laboratórios de
pesquisa no longo prazo, incluindo empreendimentos internacionais.
Donaduzzi aludiu tambem a convênio com o Hospital Erasto Gaertner para pesquisas na área do câncer.
Da mesma forma, evoluem as tratativas com instituições canadenses da região de Quebec para a vinda de instituições de ensino e de pesquisas. Uma vertente é a produção de queijos finos, em parceria com o Parque Tecnológico Itaipu, que deverá impactar na cadeia produtiva, com melhoria da genética animal, manejo, produção e qualidade do leite.
Ainda com instituição canadense, está em desenvolvimento, naquele país, com frutas brasileiras, entre elas o camu camu, pelo seu potencial no combate ao câncer.
“Queremos fazer do Biopark uma área de excelência e para isso precisamos fazer bem feito. Chega de mediocridade, que gera desperdício de dinheiro e tempo das empresas. O Biopark será diferente por isso, pelo rigor no cumprimento de prazos. É uma cultura que precisamos mudar”, resumiu.
Viver News – Wanderley Graeff


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