HR estará no centro da campanha de 2020
Política
& Gente
Por Wanderley
Graeff
Para
o bem ou para o mal, o Hospital Regional estará no centro da disputa eleitoral
do próximo ano em Toledo. Lá se vão 16 anos desde a decisão pela sua construção
e ainda não se observa no horizonte a solução que é tanto aguardada: o início
do atendimento à população dos 18 municípios da microrregião polarizada por
Toledo.
Os
atuais gestores e seu grupo político sabem que as dificuldades da administração
Lucio de Marchi-Tita Furlan em dar cumprimento ao prometido em campanha –
colocar o HR em funcionamento no primeiro ano do governo - deverá gerar algum
desgaste durante a próxima campanha. Por isso, se esmeram na busca pelas
soluções que ainda parecem longe de um final feliz.
Segundo
Lucio me disse em entrevista no período em que apresentei o Plano Geral da
Rádio União, durante as férias do amigo Nésio Luiz, o próximo passo passará por
um lento ritual de vários meses, com licitações para as intermináveis
adequações do espaço, que custarão a bagatela de R$ 11 milhões aos cofres
municipais. Vai daí que o HR não abre em 2019 - isso é ponto pacífico. Se a
parada não for resolvida antes da campanha, o jogo político por certo será ainda
mais duro do que se desenha. Não só pelo atendimento esperado pela população
regional, como tambem pela necessidade que o hospital representa para o curso
de Medicina da Universidade Federal do Paraná, que ingressará em 2020 no quinto
ano, com a necessidade improrrogável da prática médica pelos estudantes.
Nativos do Século 21
Não
são poucas as pessoas que se revelam um tanto frustradas e apreensivas com os
desdobramentos da visita do presidente Jair Bolsonaro aos Estados Unidos. A via
não foi de mão dupla - foram ações concretas com recíproca nem tanto.
Conta
a história que os portugueses aportaram na terra nova trazendo as bugigangas - apitos,
espelhos, chocalhos – que faziam a alegria dos indígenas. Em troca, os nativos
deveriam cortar as árvores de pau-brasil e carregar os troncos até as caravelas
portuguesas. De quebra, levaram tanto ouro, prata e um montão de riquezas espoliadas
do Brasil que, se os portugueses de outrora não fossem uns tolos, seriam os
lusitanos hoje uma das nações mais poderosas do mundo.











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