APS reforça luta contra taxação do agro paranaense
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| A suinocultura se recupera da sua maior crise e poderia ser impactada pelo PL - Foto: Jonathan Campos/AEN |
A Associação Paranaense de Suinocultores, APS, fimou posição em defesa da classe produtiva estadual diante da possibilidade de aprovação do Projeto de Lei nº 498/22, de autoria do Poder Executivo paranaense, o qual pretende instituir o Fundo de Desenvolvimento da Infraestrutura Logística do Estado do Paraná - FDI/PR. Vinculado à Secretaria de Estado da Fazenda, o FDI, segundo o Governo, seria destinado a financiar o planejamento, estudos, execução, acompanhamento e avaliação de obras e serviços de infraestrutura logística em todo o território paranaense.
Na missiva, a APS reforçou os apelos da classe agropecuarista do Paraná, irmanando-se às demais entidades que representam os produtores de proteína animal e de grãos.
Pós-crise
De acordo com o documento assinado pelo presidente Jacir José Dariva, “não há espaço e nem sequer esse é o momento de se castigar ainda mais a classe dos produtores de alimentos, em especial os de proteína animal, como é a produção comercial de suínos, haja vista estarmos ainda vivenciando as consequências da crise que assolou a atividade e que ainda se encontra latente, o que já obrigou muitos produtores a abandonarem a suinocultura, levando consigo um grande passivo financeiro”.
Pelo Projeto de Lei 478/2022, que cria o Fundo de Desenvolvimento da Infraestrutura Logística, o FDI/PR, na prática, passariam a ser taxadas todas as operações de milho, soja, trigo, cana-de-açúcar, mandioca e outros produtos do agro paranaense, inclusive aves, suínos e bovinos, impactando dessa forma todas as cadeias produtivas da pecuária estadual.










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