Receita Estadual reforça fiscalização no Simples Nacional com nova ferramenta
![]() |
| Foto: Geraldo Bubniak/AEN |
A Receita Estadual do Paraná implementou uma ferramenta de fiscalização que visa aprimorar a transparência e a conformidade tributária das empresas que operam no Estado. Novas funcionalidades voltadas especificamente a empresas optantes pelo Simples Nacional foram acrescidas neste mês à malha fiscal do Fisco paranaense.
Antes da implementação da nova ferramenta, os sistemas e processos
da Receita Estadual direcionavam-se primordialmente à identificação de empresas
fictícias, conhecidas como “noteiras”, que operam sob o regime tributário
normal. São empresas que emitem notas fiscais sem efetivamente realizar
transações comerciais, e são utilizadas para evasão fiscal.
“Práticas
como o descaminho e a evasão fiscal prejudicam não apenas o Fisco, mas também a
economia do Estado e a concorrência leal entre empresas”, salienta Lhugo Tanaka
Junior, chefe do Setor de Documentação Fiscal Eletrônica da Receita Estadual.
Ele
explica que a suspensão prévia da emissão de notas evita que empresas
irregulares continuem operando por longos períodos, algo que pode gerar
passivos tributários significativos e exigir processos de recuperação fiscal
onerosos e de resultado incerto.
“A
malha fiscal também faz parte dos esforços da Receita Estadual para garantir a
isonomia econômica entre as empresas que atuam no Paraná, combatendo a
sonegação fiscal e promovendo uma concorrência justa no mercado”, diz Estêvão
Ramalho, coordenador da Inspetoria Geral de Fiscalização (IGF).
INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL
INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL
O próximo passo da Receita Estadual, já em desenvolvimento pela
Assessoria e Gerência do Ambiente Analítico (AGAA) e pela IGF, é o lançamento
de um sistema de malha fina que utilizará inteligência artificial (IA) na
detecção de operações suspeitas de sonegação, descaminho, contrabando e outras
irregularidades fiscais.
“Este
avanço promete reforçar ainda mais a capacidade de fiscalização e garantir o
cumprimento das obrigações fiscais por parte das empresas que operam no
Paraná”, diz David Saraiva, chefe da Assessoria do Ambiente Analítico.
Viver Toledo - Ano 14
Editoria: Wanderley Graeff, Karine Graeff e Juninho Graeff
(45) 98801-8722
Rua Três de Outubro, 311 – S. 403- Vila Industrial
CEP 85.904-180 – Toledo-PR
Editoria: Wanderley Graeff, Karine Graeff e Juninho Graeff
(45) 98801-8722
Rua Três de Outubro, 311 – S. 403- Vila Industrial
CEP 85.904-180 – Toledo-PR









0 Comentários:
Postar um comentário
Assinar Postar comentários [Atom]
<< Página inicial