30/06/2022

Combate à dengue: Boa Esperança receberá Ecoponto Itinerante no sábado (02)

O combate à Dengue em Toledo terá mais uma ação efetiva neste sábado (02). A administração municipal, por meio de um trabalho envolvendo diversos setores, promove, das 8h às 12h, mais um Ecoponto Itinerante com o intuito de diminuir os pontos de infestação pelo mosquito Aedes aegypti. A partir de sexta-feira (1º) os moradores da Vila Boa Esperança já poderão colocar os seus resíduos volumosos em frente às casas para serem recolhidos.

A intenção é destinar corretamente móveis, eletros, eletrônicos, colchões, madeira e resíduos de podas. Nesta semana os agentes de combate às endemias estão realizando um trabalho porta a porta para orientar os moradores sobre como separar corretamente esses materiais, além de receberem sacos de ráfia para acondicioná-los. “É um trabalho de todos os setores. A limpeza do terreno reflete na diminuição de insetos e animais peçonhentos, melhorando o ambiente do bairro como um todo”, explica o secretário de Meio Ambiente, Júnior Henrique Pinto.

Boletim

Boletim epidemiológico divulgado nesta quinta-feira (30) pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS) informa que Toledo registrou, de agosto do ano passado (início do ano epidemiológico vigente) até a presente data, 5.072 casos de dengue (4.276 autóctones e 54 importados). Deste total, 67 foram computados nos últimos sete dias (24 a 30/6), uma redução de 27,17% em relação ao período anterior (16 a 23/6), quando 92 pessoas testaram positivo para a doença transmitida pelo Aedes aegypti. 

Em números absolutos, houve um crescimento de 2,21% em relação à semana anterior. Somando os casos confirmados com os 21 que estão em análise e os 721 que já foram descartados, 5.072 pessoas com sintomas da doença procuraram os serviços de saúde durante o atual ano epidemiológico.

No ranking das comunidades com o maior número de pessoas que testaram positivo para a doença causada pelo Aedes aegypti, as dez primeiras posições ficaram com Panorama (413), Centro (346), Europa (245), Fachini (240) e Boa Esperança (218). Em relação à quantidade de criadouros do mosquito em imóveis, chama a atenção os encontrados no período entre 16 e 23 de junho nos bairros Croma I (15), Orquídea (13) e Fachini (8).

O setor de Controle e Combate às Endemias, da SMS, tem trabalhado incansavelmente para conter a doença e conclama a população a redobrar as ações de combate ao Aedes aegypti de forma a impedir sua reprodução, o que não demanda muito esforço: uma vez por semana, é preciso fazer um “pente fino” no quintal e retirar a água acumulada em vasos, pneus, garrafas, calhas, plantas, entre outros lugares.

O ritmo de crescimento de casos está desacelerando em nosso município, mas os cuidados para prevenir a dengue precisam ser mantidos porque o frio não elimina as larvas do Aedes aegypti, que podem resistir a baixas temperaturas por até um ano. Dessa forma, é de fundamental importância permitir que os agentes de combate a endemias (ACEs) tenham pleno acesso aos imóveis a fim de poderem fazer o trabalho de vistoria e orientação dos moradores.

Para evitar quadros mais graves, quem estiver com sintomas típicos da doença – manchas avermelhadas na pele, dor abdominal, febre, dor no corpo e cansaço – deve procurar assistência médica imediatamente.

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Cine Panambi: programação de 30/06 a 06/07

 

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Brasil terá autossuficiência na produção de trigo, diz presidente

Expectativa é que em 10 anos o país seja grande exportador do produto

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O presidente Jair Bolsonaro disse hoje (30) que o Brasil está a caminho de obter autossuficiência na produção de trigo, a ponto de, em dez anos, se tornar um grande exportador do produto. A afirmação foi feita em Campo Grande (MS), onde participou da inauguração de 300 moradias.
Durante o discurso, o presidente voltou a falar sobre a preocupação de diversos países em garantir a segurança alimentar de sua população e que, nesse contexto, as políticas voltadas ao setor são tão importantes quanto as de defesa do território nacional.
Trigo
“Podemos viver sem muita coisa, mas não sobrevivemos sem alimento”, disse. “Por isso, o ministério mais importante, além do da Defesa, é o da Agricultura”, acrescentou ao destacar a relevância deste setor para o desenvolvimento econômico do país.
Na sequência, o presidente disse que o Brasil está a caminho de deixar de ser dependente do trigo estrangeiro. “Quem diria que o Brasil está conseguindo a autossuficiência no trigo? Em 10 anos vamos exportar o equivalente ao que consumimos no Brasil porque cada vez mais a produtividade se faz presente”, acrescentou, sem entrar em detalhes sobre o cenário projetado.
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Dia C marca a mobilização nas cooperativas do Sicredi

Ações ocorrem no Dia Internacional do Cooperativismo e visam estimular o voluntariado
No próximo dia 02 de julho, o Sicredi, instituição financeira cooperativa com mais de 6 milhões de associados e presença em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, se junta a mobilização do Dia C (Dia de Cooperar). Trata-se de iniciativa nacional liderada pela Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), que ocorre sempre no Dia Internacional do Cooperativismo - primeiro sábado de julho, e que busca demonstrar a força do cooperativismo em prol das transformações sociais.
Este ano o mote da data é “Atitudes simples, movem o mundo”; as organizações participantes realizarão ações de responsabilidade social nas comunidades, alinhadas aos princípios do cooperativismo, por meio de iniciativas de voluntariado.
“O Dia C é uma data muito especial para o Sicredi, pois mobiliza milhares de pessoas e promove uma série de ações que contribuem para o desenvolvimento local. Queremos fomentar o movimento de voluntariado através da cooperação, do compartilhamento do tempo e do conhecimento das pessoas. Entendemos que assim, construiremos juntos uma sociedade mais próspera e solidária”, afirma Romeo Balzan, superintende da Fundação Sicredi.
Entre as várias iniciativas a serem realizadas diretamente pelas cooperativas de cada região, estão o desenvolvimento de oficinas dos mais diversos temas como compostagem, culinária, saúde mental, hábitos saudáveis, gestão de carreira para mulheres empreendedoras, consumo consciente, formas de reutilizar a água e inclusão de idosos na era digital. Outras ações propostas são atividades físicas ao ar livre e ações de incentivo à leitura com a participação de contadores de histórias.
O dia C em 2021
Em 2021, a iniciativa teve como mote a frase “Vem Transformar”.  No Sicredi, uma campanha nacional de arrecadação monetária e de alimentos não perecíveis mobilizou mais de 3,8 mil doadores em 330 municípios e arrecadou mais de 1.200 toneladas de alimentos, além de R$ 427 mil que foram arrecadados por meio de doação de valores, que beneficiaram diretamente mais de 400 mil pessoas.
No total, as ações do Sicredi no no Dia C, no ano passado, envolveram 1.108 ações de cunho social, que beneficiaram mais de 900 mil pessoas nas comunidades de 672 cidades, envolvendo o apoio de mais de 64 mil voluntários.

Pacto com o desenvolvimento sustentável
O apoio ao Dia C é uma das ações do Sicredi que materializam o seu compromisso com o Pacto Global, iniciativa da Organização das Nações Unidas (ONU) que visa estimular as empresas a adotarem políticas de responsabilidade social corporativa e de sustentabilidade por meio da adesão a dez princípios relacionados a direitos humanos, trabalho, meio ambiente e corrupção. Ao aderir à iniciativa, em 2020, o Sicredi se comprometeu a contribuir com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) tendo-os como norteadores para o seu desenvolvimento sustentável.
Os ODS têm o objetivo de engajar organizações do mundo todo em metas como a erradicação da pobreza, o combate à mudança do clima e a preservação dos recursos naturais até 2030. As ações de voluntariado realizadas pelas cooperativas no Dia C, por exemplo, são relacionadas a ODS 17 “Parceiras e meios de implementação”.
Dia C na Sicredi Progresso
A solidariedade expressada por meio do voluntariado contribui para a construção de uma sociedade mais próspera. Com esse objetivo, a Sicredi Progresso PR/SP se une ao movimento do Dia C, e prevê a realização de mais de 20 ações em sua área de atuação tanto no Paraná quanto em São Paulo.
As agências do Sicredi em Toledo estão mobilizadas na ação com recolhimento de alimentos, fraldas, roupas de inverno e com o incentivo a doação de sangue, entre outras. Os associados do Sicredi, bem como a comunidade em geral estão convidados a participar deste movimento. Procure uma agência do Sicredi mais próxima a você se informe.
Sobre o Sicredi
O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento de seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. Possui um modelo de gestão que valoriza a participação dos mais de 6 milhões de associados, que exercem o papel de donos do negócio. Com mais de 2.200 agências, o Sicredi está presente fisicamente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, disponibilizando mais de 300 produtos e serviços financeiros.
Site do Sicredi: www.sicredi.com.br
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Capital do Agro: Toledo produz 2,42% de toda a produção agropecuária do Paraná

Valor Bruto da Produção Agropecuária é de R$ 4,71 bilhões; R$ 906 milhões a mais que segundo colocado

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Wanderley Graeff - do Viver Toledo, com AEN
29/06/2022 - 16h41 - Atualizado em 30/06/2022 - 09h19
A condição de Toledo como maior produtor de alimentos do Paraná se consolida a cada ano. Mais uma vez apresentando crescimento significativo, o município lidera o ranking do Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) referente à safra 2020/2021, divulgado quarta-feira (29), pela Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento. O total do VBP do Paraná é de R$ 180,4 bilhões, maior valor da série histórica, com crescimento de 41%.
A arrecadação da Capital do Agronegócio do Paraná foi de R$ 4.371.243.691,89, um crescimento absoluto de R$ 873.360.299,53,  24,97% a mais que no período 2019-2020, correspondendo ao faturamento total das propriedades rurais do município. A produção de Toledo representa 2,42% de tudo o que o Paraná produz.
O município de Castro passou Cascavel, obtendo o segundo maior VBP, com arrecadação de R$ 3.465.606.248,68. Cascavel somou R$ 3.207.411.717,00. 
Os números de Toledo impressionam na comparação com o segundo e o terceiro colocados. A diferença é de R$ 1.164 bilhão, o que equivale a 26% a mais que Castro; e R$ 906 milhões, com percentual 36% superior a Cascavel, produzindo mais com área territorial expressivamente menor - Castro (2.532 km²); Cascavel (2.100 km²); Toledo (1.198 km²).
Para o economista João Luiz Nogueira, diretor de Agronegócio da Prefeitura de Toledo, embora os dados sejam preliminares ainda, os números indicam o desempenho dos municípios. Segundo ele, “o fator que pesou muito foi a valorização sem precedentes nos preços dos alimentos, com destaque para os grãos à partir de 2020”.
Paraná
O Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) do Paraná somou R$ 180,4 bilhões em 2021, de acordo com relatório preliminar publicado nesta semana no Diário Oficial do Estado e no site da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Seab). É o maior valor já registrado na série histórica, iniciada há 25 anos, segundo o Departamento de Economia Rural (Deral), responsável pelo levantamento. Os números representam um crescimento nominal de 41% em relação ao VBP de 2020 (R$ 128,3 bilhões). Em termos reais, o acréscimo é de 5%.
Na área do Núcleo Regional de Toledo da Seab, Santa Helena é o segundo maior VBP com R$ 2,056 bilhões, valores equivalentes a 47,04% do total do município líder. 
Marechal Cândido Rondon (1,982 bilhão), Assis Chateaubriand (R$ 1,950 bilhão) e Palotina (R$ 1.812 bilhão) fecham com Toledo os cinco primeiros no ranking regional. 
O que é o VBP
O VBP contempla aproximadamente 350 itens diversificados, incluindo grãos, proteínas animais, fruticultura, floricultura, silvicultura e uma ampla gama de produtos da agropecuária paranaense. Os dados são levantados pelos técnicos do Deral ao longo do ano com pesquisas semanais de preços e das condições das lavouras nos municípios. Além do crescimento expressivo do rendimento dos grãos (49%) e da pecuária (36%) comparativamente a 2020, o setor florestal também mostrou avanço significativo (41%).
Para o secretário da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, os números sinalizam que o campo mostrou sua força, mesmo com desafios como as restrições da pandemia, o aumento de custos de produção e as dificuldades de abastecimento interno. “Apesar de grandes perdas por causa da estiagem e das geadas que tivemos em algumas culturas, é um crescimento muito representativo. E nossa pecuária continua despontando. Significa que estamos cada vez mais agregando valor aos nossos produtos”, afirma.
Ortigara explica que, além de mostrar um panorama da agropecuária paranaense, o VBP tem peso de 8% na distribuição do ICMS no Paraná. “É um grande avanço e contribui para que os municípios possam, com mais recursos, prestar melhores serviços à população”, diz. De acordo com ele, estuda-se aumentar para 10% a participação do VBP na distribuição do ICMS no Paraná. “Seria uma forma de contribuir para que municípios bastante agrícolas tenham ainda mais arrecadação”.
A partir da publicação das informações preliminares no Diário Oficial, os técnicos e gestores municipais analisam os números e, caso desejem, podem entrar com recurso fundamentado para questionar dados do desempenho agropecuário. “O prazo é de 30 dias a contar da publicidade oficial. Depois desse período, o Deral divulga o resultado final do VBP de 2021”, explica o chefe do Deral, Marcelo Garrido.
Valorização
Segundo a economista do Deral Larissa Nahirny, responsável pelo relatório do VBP, a valorização dos preços fez a diferença nos resultados, já que o Paraná teve perdas significativas na safra de grãos 2020/2021, a exemplo das segundas safras de milho e feijão. A alta nos preços recebidos pelos produtores, tanto no mercado interno quanto no mercado externo, ajudou a garantir o rendimento, especialmente das commodities e das carnes. “Por outro lado, ao analisar o crescimento real, vemos como a inflação do período refletiu no VBP como um todo”, completa.
Grãos
O grupo dos grãos representa 45% do valor total do VBP paranaense, somando R$ 80,7 bilhões. A soja, que rendeu R$ 51 bilhões em 2021 – 75% a mais do que em 2020 –, é o produto com maior representatividade. “Essa cultura escapou de quebras na safra passada porque a colheita aconteceu antes do período de déficit hídrico e gerou 19,8 milhões de toneladas”, explica a economista do Deral.
A valorização dos preços contribuiu para equalizar as perdas decorrentes da quebra da segunda safra de milho. Mesmo com uma produção 41% menor (9,3 milhões de toneladas, somadas as duas safras), o VBP atingiu R$ 13 bilhões, crescimento de 9% em termos nominais.
O impacto dos preços fica mais evidente nos índices do café no ciclo 20/21. Enquanto os produtores receberam, em média, R$ 496,80 pela saca de 60 kg em 2020, em 2021 o preço passou para R$ 1.082,40, um aumento de aproximadamente 118%. Embora a produção tenha recuado 13% (50,5 mil toneladas), o VBP do café aumentou 89%, somando R$ 911,2 milhões.
Pecuária
Na avaliação do Deral, os números da pecuária refletem a expansão do abate em 2021, aliada à valorização de preços e ao contexto do reconhecimento internacional do Paraná como área livre de febre aftosa sem vacinação, que abriu mercados às proteínas animais. Esse setor rendeu R$ 86,7 bilhões ao Estado, valor 36% superior ao de 2020. O VBP do frango de corte, principal destaque entre os itens do grupo, ultrapassou os R$ 33 bilhões (+52%), com crescimento de 4% na produção.
fruticultura do Litoral
Produtos florestais
O relatório indica recuperação e avanço do setor florestal, que equivale a 3% do VBP paranaense. Em 2020, o grupo havia perdido 2% de rendimento em relação a 2019. No ano passado, conseguiu uma valorização de 41% e chegou a R$ 6 bilhões. “Os preços favoráveis foram um estímulo para a indústria”, explica a economista do Deral.
Um dos destaques é a erva-mate, que ultrapassou, pela primeira vez, R$ 1 bilhão em rendimentos, aumento de 45% em relação a 2020. Já a produção cresceu 12% e somou 714 mil toneladas.
Hostaliças e fruticultura
O grupo das hortaliças, com participação de 3% no VBP do Paraná, recuperou-se após a desvalorização registrada em 2020, mesmo sem grande expansão da produção. O crescimento de 19%, totalizando R$ 4,6 bilhões, pode ser explicado pela alta dos preços no mercado interno. Já a fruticultura cresceu 9% em termos de rendimento, atingindo R$ 2,1 bilhões.
Confira a versão preliminar do VBP por município.
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UTFPR abre 290 vagas de graduação para o segundo semestre em Toledo

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O Campus Toledo da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) disponibiliza 290 vagas de em seus cursos de graduação para o segundo semestre de 2022.
As vagas são distribuídas entre sete cursos: Engenharia Civil (44), Engenharia Eletrônica (44), Engenharia de Bioprocessos e Biotecnologia (44), Engenharia de Computação (44), Tecnologia em Sistemas para Internet (40), Tecnologia em Processos Químicos (30) e Licenciatura em Matemática (44).
A UTFPR utiliza, exclusivamente, o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) como processo seletivo para os seus cursos de graduação e sua seleção é por meio da nota obtida na prova do Enem.
Para conhecer mais sobre os cursos de graduação ofertados pela universidade, acesse o portal do Sisu na página da UTFPR e pela página do Sisu, os candidatos podem conferir as vagas por modalidade de concorrência, turno, instituição e localização.
O período das inscrições na página do Sisu foi aberto terça-feira (28) e será encerrado sexta-feira, 1º de julho, com a nota da edição 2021 do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).
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Plano Safra 2022/2023 anuncia R$ 340,8 bilhões para a agropecuária

Volume é 36% maior do que o plano anterior
Recursos para o agro aumentaram 36% (Arquivo/AEN)

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O governo federal lançou ontem (29) o Plano Safra 2022/2023, que vai disponibilizar um total de R$ 340,88 bilhões em financiamentos para apoiar a produção agropecuária nacional até junho do próximo ano. O valor, segundo o Ministério da Agricultura, representa aumento de 36% em relação ao Plano Safra anterior, que disponibilizou R$ 251 bilhões a produtores rurais.
O novo plano foi anunciado durante cerimônia no Palácio do Planalto, com a presença do presidente Jair Bolsonaro, do ministro da Agricultura, Marcos Montes, além de diversas outras autoridades. O prefeito de Toledo, Beto Lunitti, participou do evento.
Do total de recursos disponibilizados, R$ 246,28 bilhões serão destinados ao custeio e comercialização, uma alta de 39% em relação ao ano anterior. Outros R$ 94,6 bilhões serão para investimentos, um incremento de 29%.
"Estamos lançando um plano safra capaz de atender aos diversos segmentos do agro e atento aos compromissos do governo e da sociedade de responsabilidade fiscal, um plano safra com valor muito expressivo, R$ 341 bilhões diante de R$ 252 na safra passada, e com taxas de juros compatíveis e inferiores às taxas de mercado, inferiores até à taxa Selic", destacou o ministro Marcos Montes.
Os recursos com juros controlados somam R$ 195,7 bilhões e aqueles com juros livres totalizam R$ 145,18 bilhões. O montante de recursos equalizados, que é aquela parte do juros que não é cobrada do tomador, cresceu 31%, chegando a R$ 115,8 bilhões na próxima safra, segundo o governo.
O novo Plano Safra também aumentou, de 50% para 70%, a possibilidade de uso dos recursos das Letras de Crédito do Agronegócio (LCA). A LCA é um título de renda fixa emitido pelos bancos para financiar atividades agropecuárias. A expectativa, segundo o governo, é que a medida gere uma maior participação do mercado de finanças privadas do agro, com a expansão de títulos como a CPR, CDCA, CRA, além da LCA.
Pronaf e Pronamp
Os recursos para os pequenos produtores rurais, por meio do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), subiram 36%, totalizando R$ 53,61 bilhões, com juros de 5% ao ano (para produção de alimentos e produtos da sociobiodiversidade) e 6% ao ano (para os demais produtos).
Para o médio produtor, no âmbito do Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp), foram disponibilizados R$ 43,75 bilhões, um aumento de 28% em relação à safra passada, com juros de 8% ao ano.
Os recursos disponibilizados no âmbito do Pronaf e do Pronamp são integralmente com taxas de juros controladas.
Para os demais produtores e cooperativas, o total disponibilizado é de R$ 243,4 bilhões, com taxas de juros de 12% ao ano. Os produtores rurais também podem optar pela contratação de financiamento de investimento a taxas de juros pós-fixadas.
Sustentabilidade
Este ano, o Programa ABC, que financia a recuperação de áreas e de pastagens degradadas, a implantação de sistemas de integração lavoura-pecuária-florestas e a adoção de práticas conservacionistas de uso, manejo e proteção dos recursos naturais, contará com R$ 6,19 bilhões. As taxas de juros serão de 7% ao ano para ações de recomposição de reserva legal e áreas de proteção permanente e de 8,5% para as demais.
Também foi criado o ABC+ Bioeconomia, que prevê investimentos em sistemas de exploração extrativista não madeireira, de produtos da sociobiodiversidade e ecologicamente sustentáveis. Outra novidade anunciada pelo governo é o financiamento de remineralizadores de solo (pó de rocha), que tem o potencial de reduzir a dependência dos fertilizantes importados.
O governo também anunciou R$ 1,95 bilhão para o programa Proirriga, que contempla o financiamento de todos os itens inerentes aos sistemas de irrigação, inclusive infraestrutura elétrica, reserva de água e equipamento para monitoramento da umidade no solo.
Tecnologias
Outra linha de financiamento do Plano Safra, o Inovagro, terá R$ 3,51 bilhões em recursos, com juros de 10,5% ao ano. A categoria disponibiliza financiamento para o incentivo à inovação tecnológica e para investimentos necessários para a adoção de boas práticas agropecuárias e de gestão da propriedade.
Entre os financiamentos previstos no Plano Safra 2022/2023 estão os investimentos relacionados a sistemas de conectividade no campo, softwares e licenças para gestão, monitoramento ou automação das atividades produtivas, além de sistemas para geração e distribuição de energia produzida a partir de fontes renováveis.
Armazéns
O Programa para Construção e Ampliação de Armazéns (PCA), que financia investimentos necessários para a ampliação e construção de novos armazéns, terá R$ 5,13 bilhões disponíveis na próxima safra, com taxas de juros de 7% ao ano para investimentos relativos à armazenagem com capacidade de até 6 mil toneladas, e de 8,5 % ao ano para os demais investimentos. O prazo de reembolso desses empréstimos é de até 12 anos, com carência de até 3 anos.
Neste ano, segundo o governo, foi instituído um limite de financiamento de R$ 50 milhões para investimentos relativos a armazenagens de grãos. Para o armazenamento dos demais itens, o limite continua sendo de R$ 25 milhões.
Com Agência Brasil
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