29/08/2025

Situação epidemiológica da dengue e da chikungunya é debatida por comitê

Representantes do poder público, da sociedade civil organizada e da iniciativa privada reuniram-se, na tarde de quinta-feira (28), no Centro Municipal de Controle e Endemias, para avaliar o cenário epidemiológico da dengue e da febre chikungunya em Toledo. O encontro marcou a quarta reunião do Comitê Municipal Intersetorial de Combate à Dengue, Chikungunya e Zika Vírus em 2025.

Após trazer um breve detalhamento da situação epidemiológica em nível estadual e do canal endêmico em nível local, o diretor de Vigilância em Saúde, Junior Palma, trouxe um panorama da dengue e da febre chikungunya. Entre 29 de dezembro de 2024 e 22 de agosto deste ano, o município registrou 1.171 casos confirmados de dengue. No mesmo período, 4.612 notificações foram descartadas e 50 ainda aguardam resultado de exames, totalizando 5.833 notificações. Duas mortes causadas pela doença foram confirmadas. 

A chikungunya também exige atenção: foram 16 casos positivos até agora, em um total de 36 notificações, das quais 20 deram negativo.

Além do diagnóstico da situação, foram destacados os esforços de mobilização social. Desde a última reunião do comitê, em junho, a Secretaria de Saúde realizou 17 atividades educativas em escolas, empresas, órgãos públicos e eventos. Nesse período, Toledo também conquistou reconhecimento regional na campanha “Aqui o mosquito não entra”, promovida pelo Serviço Social do Comércio (Sesc/PR). 

O agente de combate a endemias (ACE) Jandir Zorzin ficou com o terceiro lugar em nível estadual e garantiu o primeiro lugar individual na fase regional. Como prêmio, ele recebeu um fim de semana no Hotel Sesc Caiobá com direito a três acompanhantes. “Percebi que o prêmio conquistado pelo Jandir animou a equipe de agentes e tenho certeza que, ano que vem, teremos mais representantes de Toledo entre os principais premiados da promoção”, comenta a técnica de atividades da unidade de Toledo do Sesc, Georgett Zancanaro.

No campo da imunização, Junior Palma relatou que, desde maio de 2024, foram aplicadas 6.365 doses da vacina contra a dengue em adolescentes de 10 a 14 anos, sendo 4.019 primeiras aplicações e 2.346 segundas doses. “As unidades de saúde fazem frequentemente uma busca ativa para aumentar a cobertura vacinal da dengue, tanto para a primeira quanto para a segunda dose. Contudo, ainda há muitas pessoas desta faixa etária que podem ser imunizadas. Por isso, temos que, enquanto comitê, divulgar e mobilizar para que esses números aumentem”, comenta Junior.

Ovitrampas 

Outra frente de prevenção em andamento é a instalação de ovitrampas, isto é, armadilhas que atraem fêmeas do Aedes aegypti para depositar seus ovos em lâminas de material eucatex, que são afixadas pequenos vasos, que, em vez de planta, apenas contém um pequeno depósito de água. Com esse dispositivo, é possível monitorar a circulação do mosquito em várias regiões da cidade. A iniciativa começou em 11 de agosto e já alcançou 11 bairros. A previsão é ampliar gradualmente a cobertura para todo o município. 

A supervisora do setor de Endemias, Alcione Andrade Ferreira, explica que as ovitrampas têm sido fundamentais para mapear as regiões com maior presença do Aedes aegypti e, assim, antecipar medidas de contenção. “Uma armadilha foi instalada a cada 9 quarteirões e a coleta das lâminas está sendo feita semanalmente. Este material chega e, após secagem de três dias, é analisado em um espaço específico que foi estruturado, com microscópio dedicado exclusivamente para este fim”, detalha. “Nosso objetivo é agir antes de alguém ficar doente, realizando o bloqueio nas áreas de maior retenção de ovos do Aedes”, salienta.

O chefe da Divisão em Vigilância em Saúde da 20ª Regional de Saúde, Felipe Hofstaetter Zanini, destaca que as ovitrampas foram incorporadas às recomendações do Ministério da Saúde em 2024 por garantirem maior precisão que o LIRAa. “A metodologia gera representações visuais da densidade de ovos do mosquito. A partir dessa análise, é possível criar um mapa de calor que indica o potencial de transmissão da doença e permite agir de forma preventiva e assertiva”, pontua.

Segundo Zanini, os municípios que adotam a técnica contam ainda com recursos adicionais do Governo do Estado para fortalecer as ações de combate. Ele, contudo, faz um alerta para a necessidade de recolher semanalmente as lâminas utilizadas nas armadilhas. “Se a ovitrampa não for recolhida e substituída em até 7 dias, o vaso pode se transformar em um criadouro, por isso esse procedimento não pode deixar de ser feito”, reforça.

A reunião foi encerrada com o agendamento do próximo encontro do comitê, marcado para 23 de outubro (quinta-feira), às 14h, novamente no Centro Municipal de Controle e Endemias.

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Saldo da geração de empregos em Toledo cresce 48,08% em relação a 2024

Os números mais recentes do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta quarta-feira (28) pelo Ministério do Trabalho e Previdência, confirmam o bom momento do mercado de trabalho em Toledo. Entre janeiro e julho de 2025, as empresas locais criaram 3.514 novos postos com carteira assinada, resultado de 24.779 admissões e 21.265 desligamentos. 

O desempenho representa crescimento de 48,08% em relação ao mesmo período do ano passado, quando o saldo foi de 2.373 vagas (22.656 admissões e 20.283 demissões). “Os números reforçam a força da economia local e a importância da diversificação setorial, com destaque especial para os serviços, que puxam a geração de empregos, com saldo de 2.618 das novas vagas acumuladas até julho, o que corresponde a uma expansão de 10,34%”, pontua o gerente da unidade local da Agência do Trabalhador e diretor de Políticas de Emprego e Relações do Trabalho, da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo (Deseco), Rodrigo Souza. 

Depois do setor de serviços, aparecem, segundo o Caged, a indústria (386 postos, +1,81%), o comércio (336, +3,15%), a construção (136, +4,28%) e a agropecuária (38, +2,36%). 

Apenas no mês de julho, Toledo registrou saldo positivo de 211 empregos — resultado de 3.163 admissões e 2.952 desligamentos —, número 181,33% superior ao mesmo mês do ano passado, quando haviam sido abertas 75 vagas (3.077/3.002). Nesse recorte mensal, novamente os serviços lideraram, com 191 contratações líquidas, seguidos da indústria (+72) e do comércio (+16). Já a construção (-38) e a agropecuária (-30) ficaram no negativo.

Liderança 

No cenário estadual, Toledo também se sobressai. Entre os 24 municípios do Paraná com mais de 100 mil habitantes, a cidade lidera em geração de empregos per capita nos sete primeiros meses deste ano, com média de 21.866,70 novos postos para cada 1 milhão de moradores. O índice supera os resultados de Arapongas (14.514,81), São José dos Pinhais (13.550,36), Curitiba (13.096,50) e Londrina (12.473,73). Em números absolutos, Toledo aparece em sexto lugar, com 3.514 novas vagas abertas.

Em julho, o município alcançou a quarta maior média per capita do estado (1.313 empregos criados a cada 1 milhão de habitantes) e a oitava colocação em números absolutos. 

Outro dado que reforça a força da economia toledana é o aumento do estoque de empregos formais: entre dezembro de 2024 e julho de 2025, o número de trabalhadores com carteira assinada passou de 62.115 para 65.614, crescimento de 5,66%. Entre os 24 municípios com mais de 100 mil habitantes, é o quarto maior avanço, atrás apenas de Fazenda Rio Grande (+6,28%), Almirante Tamandaré (+6,08%) e Piraquara (+6,04%), mas à frente de Arapongas (+4,73%), por exemplo.

Considerando a relação entre população total e número de empregos formais, Toledo ocupa a segunda colocação no Paraná, com 40,83% dos moradores empregados com carteira assinada. O índice só fica atrás de Curitiba (45,43%), superando cidades como Maringá (39,55%), Pinhais (39,52%) e São José dos Pinhais (35,93%).

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O agronegócio brasileiro e a crescente produção de biocombustíveis

 

Dilceu Sperafico*

O agronegócio brasileiro prossegue surpreendendo positivamente a economia e o bem-estar social do País. Exemplo disso está nos avanços científicos que podem multiplicar por oito a oferta de biocombustíveis para os setores produtivos e a movimentação de pessoas no Brasil. Para isso, descobertas de universidades e institutos de pesquisas brasileiros vêm abrindo caminhos para que o País avance e lidere a transição energética global, através de novo e maior impulso na produção nacional de biocombustíveis. Entre esses avanços científicos está a identificação de bactéria capaz de atuar sobre a celulose de forma inédita, o que representa tecnologia que transforma poluição em compostos renováveis e o uso de matérias-primas não convencionais, como coco, macaúba e trigo, entre outras, na produção de combustíveis renováveis e importantes para a preservação dos recursos naturais.

Conforme especialistas, a trajetória brasileira na geração de biocombustíveis começou nos anos 1970, com a implantação do Proálcool, programa federal que incentivou a produção do etanol como alternativa aos derivados de petróleo, que na época eram pressionados por choque internacional de preços. Em 2005, foi a vez do biodiesel, com mistura de óleos vegetais ao diesel comum inicialmente em 2%, de forma voluntária. Já em 2009, resolução do Conselho Nacional de Política Energética tornou obrigatória a adição, que chegou a 14% em 2024. Desde então, o Brasil produziu 77 bilhões de litros de biodiesel, evitando a emissão de 240 milhões de toneladas de gás carbônico (CO₂), e economizando 38 bilhões de dólares em importações de petróleo.

No Centro Nacional de Pesquisas em Energia e Materiais, em Campinas, São Paulo, estudos identificaram na “matéria escura” genômica, possível chave para novos avanços. A expressão se refere à parcela ainda desconhecida da vida microbiana no planeta, estimada em 99%. Conforme pesquisadores, somente 1% dos microrganismos foi catalogado até agora, o que mostra a importância de programas e tecnologias para explorar a biodiversidade, com novas matérias-primas na produção de biocombustíveis. Neste ano de 2025, por exemplo, a maior produtora de biodiesel do País, iniciou obras de nova planta industrial em Passo Fundo, no Rio Grande do Sul, que será a 1ª do Brasil a gerar o combustível a partir de trigo e triticale. Em São Paulo, há incentivo ao cultivo comercial da macaúba, palmeira rica em óleo. Já em Aracaju, no Sergipe, a Universidade Tiradentes, desenvolve biocombustível a partir da biomassa do coco verde. Somente na cidade, o descarte do produto chega a 190 toneladas por semana.

Todos os processos têm balanço de carbono zero, com o CO₂ gerado reincorporado na biomassa durante o crescimento dos vegetais. Pesquisadores percorreram seis grandes biomas nacionais para recolher amostras de solo e numa delas, coberta por bagaço de cana-de-açúcar, identificaram bactéria com marcadores de ação sobre a celulose. Além desse ganho industrial relevante se pode alcançar outros avanços, como mudar o paradigma sobre o metabolismo da celulose, o polímero mais abundante do planeta. O Brasil, vale lembrar, além de rica biodiversidade, tem muitas fontes de resíduos, como as 400 milhões de toneladas de bagaço de cana por safra, que, se convertidas em biomateriais, poderiam garantir oferta equivalente a oito vezes o consumo atual de biocombustíveis no País.

*O autor é deputado federal pelo Paraná e ex-chefe da Casa Civil do Governo do Estado

E-mail: dilceu.joao@uol.com.br




28/08/2025

Deputado Sperafico vota a favor da prorrogação de prazo para regularização de imóveis em faixas de fronteira

Regularização fundiária favorece a produção de alimentos e a geração de empregos
Sperafico: vitória do agro


O deputado federal Dilceu Sperafico (União Progressista-PR) votou favoravelmente ao Projeto de Lei 1532/25, que prorroga até outubro de 2030 o prazo para a regularização de imóveis situados em faixas de fronteira. A proposta amplia em cinco anos o período para que produtores rurais obtenham os documentos necessários à ratificação do registro das propriedades.
 
Para Sperafico, a medida tem caráter histórico, pois o problema da posse de terras devolutas em áreas de fronteira remonta ao século XIX, quando o Império buscava conter a ocupação estrangeira. “Votei com convicção a favor desse projeto porque a regularização fundiária é de grande importância à política agrícola nacional. Como defensor dos produtores rurais, vejo que essa proposta dará segurança jurídica, além de garantir reconhecimento aos agricultores pela luta no campo e acesso às políticas públicas”, afirmou.
 
O parlamentar destacou ainda que a regularização fundiária contribui para o fortalecimento da produção de alimentos, geração de emprego e renda e a aplicação do Código Florestal. Ele alertou para a urgência da matéria, já que os produtores que não regularizarem suas terras dentro do prazo podem perder os imóveis, que seriam incorporados ao patrimônio da União.
 
Sperafico lembrou que, com a criação da faixa de fronteira de 100 km — posteriormente ampliada para 150 km — as terras passaram a ser consideradas da União, exigindo autorização federal para sua venda. Após a Constituição de 1988, o Congresso também passou a ter competência para aprovar a transferência de áreas superiores a 2,5 mil hectares.
 
“O Congresso Nacional fez sua parte. Estou muito contente porque agora esse projeto só depende da sanção do presidente da República. Essa ratificação do registro de imóveis vale para áreas superiores a 15 módulos”, explicou o deputado.
 
Segundo a legislação alterada (Lei 13.178/2015), os interessados devem providenciar junto ao Incra a certificação do georreferenciamento do imóvel e a atualização da inscrição no Sistema Nacional de Cadastro Rural. Finalizado o prazo, a União estará autorizada a requerer o registro do imóvel em seu nome.
 
Sperafico reforçou que a prorrogação também é essencial para permitir o acesso ao crédito rural: “Com certeza, a regularização fundiária é o caminho para o agricultor acessar financiamentos bancários e garantir segurança para continuar produzindo”, concluiu.
 
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27/08/2025

Cine Panambi: programação de 28/08 a 03/09

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Catuaí Palladium, em Foz, se consolida como o único shopping center com três lojas francas no Brasil

O Shopping Catuaí Palladium, localizado em Foz do Iguaçu (PR), inaugurou na terça-feira (26) sua terceira operação de duty free. Desta vez, o empreendimento recebe a Dufry Duty Free, operada pela Avolta, uma das principais empresas globais de experiência em viagens, especializada na operação de lojas de varejo em aeroportos, portos, estações ferroviárias e áreas turísticas.

Com esse novo espaço, o Catuaí Palladium passa a contar com mais de 4,5 mil metros quadrados dedicados a lojas duty free, incluindo a Cellshop Duty Free, a Paris Duty Free e agora a Dufry — consolidando-se como o maior espaço brasileiro de duty free em área de shopping centers.

A Dufry amplia o portfólio de marcas já disponíveis no empreendimento, incluindo muitas inéditas no shopping. Entre os segmentos oferecidos estão perfumes, cosméticos, vinhos, destilados, cigarros, artigos de luxo, eletrônicos, alimentos, catering, entre outros.
“Estamos satisfeitos e entusiasmados em colocar não apenas o Catuaí Palladium em evidência no mercado brasileiro de duty free, mas também em destacar Foz do Iguaçu como referência nacional nesse importante segmento do varejo”, afirma o superintendente do Catuaí Palladium, João Bazzon.

O dirigente destaca ainda que “as marcas, ao definirem seus locais de operação, levam em consideração fatores como localização, perfil de público e uma estrutura que ofereça um ambiente de compras com tranquilidade e segurança. Todos esses requisitos os investidores encontram no Catuaí Palladium”.

Em 2024, o Brasil registrou um faturamento de R$ 530 milhões no mercado de free shops. Foz do Iguaçu aparece como o segundo destino do país com maior volume de consumo nesse segmento, com movimentação superior a R$ 120 milhões — atrás apenas de Uruguaiana (R$ 220 milhões). A cidade representa 22,6% de todo o faturamento nacional em free shops. Os dados são de um levantamento recente publicado pelo jornal GDia, de Foz do Iguaçu.

Atualmente, as lojas Cellshop Duty Free e Paris Duty Free, localizadas no Catuaí Palladium, respondem juntas por 60% do faturamento dos free shops da cidade.“Com a chegada da Dufry, o shopping se consolida como um hub de compras internacionais, ampliando o potencial de consumo da região”, analisa Bazzon.

Anualmente, mais de 2,6 milhões de pessoas circulam pelas instalações do Catuaí Palladium, que está estrategicamente situado na Avenida das Cataratas — uma das principais regiões turísticas de Foz do Iguaçu, com grande concentração de hotéis e resorts, além de fácil acesso às demais áreas da cidade. Estima-se que cerca de 50% desses visitantes frequentem as lojas duty free do shopping.
Turismo em alta
Foz do Iguaçu é um dos destinos turísticos mais procurados do Brasil, tanto por visitantes nacionais quanto internacionais. Em 2024, mais de 5 milhões de pessoas estiveram na cidade, a passeio ou a negócios, conforme estimativas baseadas em diversos indicadores: número de leitos disponíveis, taxa de ocupação, tempo médio de permanência e hospedagens por meio de plataformas alternativas, como o Airbnb.
Além das belezas naturais e da infraestrutura hoteleira de alto nível, muitos visitantes buscam oportunidades de compras — seja nos países vizinhos (Argentina e Paraguai), seja no território nacional.“Com as  opções oferecidas pelos três free shops dentro do Catuaí Palladium, os visitantes têm acesso a uma grande variedade de produtos, o que facilita o deslocamento e otimiza o tempo, já que encontram tudo em um único local: o Catuaí Palladium”, explica João Bazzon.

Presença forte no setor
A nova loja da Dufry, que inaugura no Catuaí Palladium, reforça a atuação do Grupo Tacla — responsável por 12 shopping centers nas regiões Sul e Sudeste do Brasil — e do Grupo Catuaí, com mais de 30 anos de atuação nos setores de shopping centers, construção civil e incorporações imobiliárias.

O Catuaí Palladium tem papel relevante na economia local e nas atividades de lazer em Foz do Iguaçu. Com mais de 130 operações, ampla praça de alimentação e cinco restaurantes, o shopping emprega mais de 1.200 pessoas e recebe anualmente mais de 2,6 milhões de visitantes.
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3º maior empregador do Brasil: Paraná bate marca de 102 mil carteiras assinadas em 2025

O Paraná chegou em julho à marca de 102,3 mil novos empregos com carteira assinada, segundo os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta quarta-feira (27) pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Esse número representa o saldo de vagas em todo o Estado, levando em consideração a quantidade de admissões, menos o montante de demissões, no período dos sete meses compreendido pelo relatório.

O desempenho paranaense é o melhor do Sul, representando quase 40% dos empregos da região, e o terceiro melhor do País em 2025, ficando atrás apenas de São Paulo (390,6 mil) e Minas Gerais (152 mil). É um número superior a todos os estados do Norte juntos (76 mil).

O secretário do Trabalho, Qualificação e Renda do Paraná, Do Carmo, destacou a importância do resultado. “Ser líder no Sul e estar entre os três primeiros do Brasil confirma que o Paraná está no caminho certo. Esse desempenho é fruto da confiança dos empresários, da dedicação dos trabalhadores e das políticas públicas voltadas à empregabilidade”, afirma o secretário. “O Estado segue como referência nacional na geração de oportunidades e na valorização da nossa mão de obra.”

Considerando apenas os dados do mês de julho, os mais recentes no levantamento, o saldo do Paraná foi de 8.140 empregos formais, sendo o resultado de 172.912 contratações e 164.772 demissões. Cenário que deixou o Estado na quarta colocação no ranking nacional, que tem a liderança de São Paulo, com saldo de 42.798 empregos. Mato Grosso (9.540) e Bahia (9.436) também ficaram à frente.

Como resultado, a quantidade de pessoas trabalhando com carteira assinada em território paranaense chegou a 3.321.347, um crescimento de 0,25% em relação a junho.

POR SETORES

O setor que mais contratou em julho foi o de serviços, gerando espaço para mais 5.067 trabalhadores. É também a área líder no acumulado do ano, tendo aberto 55.516 postos com carteira assinada. O segmento industrial é o vice-líder nesse quesito, tanto no mês quanto no ano, abrindo 2.239 novos postos em julho e somando 23.807 desde janeiro.

A lista segue com o setor de comércio, com 1.151 empregos formais em julho, alcançando 12.100 no período de sete meses. Já a construção civil registrou saldo de 312 vagas a mais na avaliação mensal, totalizando 9.248 contratações a mais do que demissões desde o início de 2025. A única redução no número de empregos formais, em julho, ocorreu na agropecuária, com 629. O balanço, porém, ainda segue positivo, considerando o ano, com 1.618 vagas de saldo no campo.

Na separação por gênero, são 51.097 homens e 51.212 mulheres contratadas no ano no Paraná. Em relação à faixa etária, o maior volume está concentrado em adultos de 18 a 24 anos.

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Rede Alfa de Ensino: Concurso de Bolsas acontece dia 13 de setembro

2026 já está chegando e com ele, novas oportunidades para o futuro do seu filho! 

Se você sonha com uma educação de ponta, chegou a hora de conhecer a Rede Alfa de Ensino.

No próximo dia 13, acontece o Concurso de Bolsas, destinado a estudantes do 2º ano do Ensino Fundamental até o Ensino Médio.

E tem mais: além da prova, os participantes terão uma visita guiada pelo colégio e uma palestra sobre a proposta pedagógica, para que as famílias conheçam de perto tudo o que faz do Alfa uma escola única.

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Aqui, oferecemos uma estrutura moderna, equipe de excelência e o compromisso de entregar uma educação que transforma vidas. Além da grade padrão, nossos estudantes contam com projetos exclusivos como Cidadania, ZOOM, Laboratório de Inteligência de Vida e o ensino bilíngue, que ampliam horizontes e preparam para o futuro.

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Com apoio da SDHS, clube oferece aulas gratuitas de beach tennis para PCD

 

Instituída pela Lei nº 13.585/2017, a Semana Nacional da Pessoa com Deficiência Intelectual e Múltipla, lembrada entre 21 e 28 de agosto, ganhou um contorno especial neste ano para 21 famílias de Toledo. Elas têm entre seus membros pessoas com síndrome de Down ou com transtorno do espectro autista (TEA) que estão participando de aulas gratuitas de beach tennis, promovidas semanalmente pela Planeta Sport Indoor.

A iniciativa, inédita no Paraná na modalidade de parabeach tennis, começou em abril e encontra-se no escopo das atividades propostas pelo clube quando este aderiu ao Programa Esporte Cidadão, da Secretaria Municipal de Esportes e Lazer (Smel). Os participantes chegaram ao projeto por meio de encaminhamento feito pela Coordenação de Políticas para Pessoas com Deficiência, da Secretaria de Desenvolvimento Humano e Social: Infância, Juventude, Pessoa Idosa e Família (SDHS).

As aulas, conduzidas pelos professores Fábio Bento e Jefferson Machineski, mesclam noções básicas do beach tennis com atividades que estimulam a coordenação motora e a socialização, uma verdadeira união entre inclusão e diversão. O projeto conta ainda com incentivo fiscal do Programa Estadual de Fomento e Incentivo ao Esporte (Proesporte) e o apoio de empresas parceiras, como a Sferriê, a Unibaby e a Copel.

O professor Jefferson explica que o projeto atende prioritariamente crianças e adolescentes com 8 anos de idade ou mais, mas também contempla adultos com TEA ou Down que se sentem motivados em participar da atividade. “É uma nova forma de atividade física, utilizando o beach tennis como ferramenta para desenvolver todo o aspecto físico, melhorando a coordenação motora e a socialização, um resultado que deixa os professores muito felizes”, comenta. “Nestes quatro meses em que estamos oferecendo estas aulas, percebo uma evolução dos alunos, que estão acertando a bolinha com mais precisão, algo simples, mas muito significativo para eles. Tudo isso na areia, que é mais desafiadora para a execução dos movimentos”, analisa.
Segundo a coordenadora da SDHS, este projeto confere as mesmas oportunidades recebidas há alguns anos pelo seu filho, Gabriel, que tem TEA e hoje está no terceiro ano do curso de Direito na Pontifícia Universidade Católica (PUCPR/Toledo). “A partir da minha experiência, posso dizer que o esporte contribui demais para o desenvolvimento das crianças com autismo ou síndrome de Down e ficamos felizes com o trabalho que os professores Fábio e Jefferson estão desempenhando”, avalia. “Estamos apoiando a iniciativa e disponíveis para tirar as dúvidas dos pais e responsáveis para que eles possam inscrever seus filhos e permitir que eles tenham acesso aos benefícios deste trabalho maravilhoso”, salienta.

Bernardo, de 9 anos, está no projeto há um mês e a mãe dele, Sandra Oliveira Magalhães, já percebeu mudanças no comportamento do menino, que tem TEA. “Para ele, esta atividade está sendo bem importante, pois está desenvolvendo tanto a parte da coordenação motora, do equilíbrio, quanto da socialização”, relata.

Ainda há vagas disponíveis no projeto. Pais e responsáveis por pessoas com síndrome de Down ou TEA estão convidados a inscrever seus filhos nesta atividade e podem obter mais informações pelo telefone da SDHS: (45) 3196-2405.
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Agentes de Endemias instalam armadilhas para mosquito da dengue em Toledo

 

A Secretaria da Saúde, por meio do Departamento de Vigilância em Saúde, está instalando armadilhas de monitoramento para o Aedes Aegypti nas regiões que apresentam o maior número de notificações de casos suspeitos de dengue, porém, gradativamente, serão instaladas em todo o município. A ação vem sendo realizada desde o dia 11 de agosto e, até o momento, as armadilhas já foram instaladas em onze bairros do município.

A armadilha, chamada ovitrampa, funciona atraindo a fêmea do Aedes aegypti para depositar seus ovos no local que imita recipientes com água parada. Estes ovos ficam em palhetas, geralmente de madeira ou papel cartão, colocadas dentro da armadilha, as palhetas são coletadas e levadas ao laboratório, onde é realizada a contagem dos ovos.

A ação é mais uma forma de identificar a presença do vetor em determinada área, assim, detectando precocemente a presença do Aedes Aegypti na região e contribuindo para avaliar a densidade populacional do vetor. “A instalação está sendo por parte dos agentes de endemias, que estão sendo bem recepcionados nas comunidades, uma vez que estão orientando adequadamente sobre o que se trata, bem como, assinando um termo de ciência pelo morador. A população pode contribuir aceitando a instalação da ovitrampas. Ao aceitar a ovitrampa, o morador vira parceiro da vigilância no combate ao mosquito, ajudando a identificar focos precocemente e prevenindo doenças na vizinhança”, comentou o diretor do Departamento de Vigilância em Saúde, Joel Jose Palma Junior.

Joel ainda conclui: “é uma forma de controle e monitoramento em relação ao Aedes Aegypti e por isso todos os municípios do Paraná devem aderir, uma vez que está pactuada em programas de gerenciamento da Vigilância em Saúde”, ponderou.

Bairros em que a ovitrampa foi instalada:

Rossoni II

Tancredo I

Operária 

Pioneira 

Paulista 

Boa Esperança I

Boa Esperança II

Maracanã I

Maracanã II

Da Mata

Panorama I
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