28/02/2022

Rússia é expulsa da Copa do Mundo e das competições da Europa

Clubes também estão excluídos das competições europeias
A FIFA, em acordo com a UEFA, decidiu expulsar a seleção e os clubes russos de suas competições
Selecionado vermelho foi expulso das competições internacionais 
O clamor da grande maioria da comunidade internacional exigindo medidas enérgicas e isolacionistas em resposta à ofensiva da Rússia na Ucrânia e a disposição de federações anunciando que não aceitarão jogar contra equipes russas em competições de futebol foi decisivo na adoção da decisão.
O efeito será imediato. A Rússia será eliminada dos playoffs da Copa do Mundo. A Copa do Mundo no Catar estava em perigo devido ao grande número de seleções que aderiram ao boicote à Rússia.
Por outro lado, a UEFA também anunciou o fim da sua relação de patrocínio com a empresa russa Gazprom "em todas as competições". "A decisão entra em vigor imediatamente e abrange todos os acordos existentes, incluindo a UEFA Champions League, as competições de seleções nacionais da UEFA e o UEFA EURO 2024", afirmou o organismo europeu.
Comitê Olímpico
Esta manhã, o Comitê Olímpico Internacional, por meio de seu comitê executivo, recomendou às federações esportivas internacionais que proibissem os atletas russos e bielorrussos de competir em eventos esportivos.
O COI justificou sua decisão com o objetivo de “proteger a integridade das competições esportivas mundiais e a segurança de todos os participantes”.
O COI também retirou o status de Vladimir Putin como membro da Ordem Olímpica, prêmio concedido a ele em 2001.
A Euroliga de basquete também optou por expulsar os clubes russos participantes (CSKA Moscou, UNICS Kazan e Zenit São Petersburgo) da competição que leva seu nome, bem como a que disputa a Eurocopa (Lokomotiv Kuban Krasnodar).
A primeira decisão no âmbito do esporte em consequência da agressão russa à Ucrânia foi o cancelamento da wprova de Fórmula 1 prevista para a Rússia.
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Inscrições abertas para desafio de startups no INOVAMEAT

 Agtechs com inovações para a cadeia de produção de proteína animal podem se inscrever até o dia 10 de março no Mapa Conecta Proteína Animal

Estão abertas as inscrições para o Mapa Conecta Proteína Animal, desafio de startups promovido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) dentro da programação INOVAMEAT, que acontece de 31 de março a 2 de abril em Toledo, no Oeste do Paraná.

“A ideia do desafio é atrair startups com soluções para as cadeias de produção de suínos, aves, peixes e pecuária leiteira. Queremos propostas com soluções interessantes para potenciais problemas e desafios dessas cadeias”, detalha Daniel Trento, coordenador-geral de Articulação para Inovação do MAPA.

Trento revelou que já estão confirmadas as presenças de seis grandes fundos de investimento e de algumas empresas importantes do setor investidores. São elas, Adisseo, Barn Investimentos, Cedro Capital, Food Tech Hub, Smart Value e NT Agro. “O grande ganho para as startups é esta conexão. Vamos conectá-las aos investidores e aceleradoras do ecossistema de inovação brasileiro e proporcionar o espaço ideal para networking, visibilidade e oportunidades de negócio”, frisou Trento.

Na primeira etapa do desafio, a comissão julgadora formada por pesquisadores, professores, empresários e investidores, irá selecionar dez startups semifinalistas de cada categoria (iniciante e avançado). Na etapa seguinte, as semifinalistas farão pitches ao vivo apresentando sua solução aos potenciais investidores e a banca irá classificar três startups para a fase final. As finalistas de cada categoria se apresentarão durante o INOVAMEAT no dia 1º de abril.

Iniciativa

O Mapa Conecta Proteína Animal é decorrente da Rede de Inovação para o Agronegócio do Oeste do Paraná, inaugurado em dezembro passado. A iniciativa consiste em um ecossistema entre entidades públicas e privadas, universidades, produtores rurais, empresas do setor, profissionais e entidades de classe voltada à inovação no agro em prol do desenvolvimento local. 

“Para o Ministério da Agricultura, promover e dinamizar este ecossistema, aproximar esses atores é muito importante. Nós temos feito parcerias como é o caso do Oeste do Paraná, entre outras regiões do País, fazendo com que produtores rurais e empresas tenham acesso a uma tecnologia de uma maneira mais ampla e conseguindo aprimorar seus processos produtivos, aumentando receitas, diminuindo custos e contribuindo para o PIB do agronegócio nacional”, avalia Trento.

Inscrição

A inscrição é gratuita e as startups interessadas em participar do Mapa Conecta Proteína Animal devem se inscrever até 10 de março no site do evento. A divulgação das selecionadas será anunciada no dia 16 de março.

No site do evento, estão discriminadas as áreas de interesse que as startups podem escolher para desenvolver as propostas para o desafio. As dores dos produtores, neste momento, estão associadas com custo de produção, manejo de dejetos e carcaças, manejo de água, ambiência, eficiência no arraçoamento. Por parte das agroindústrias pode-se apontar a predição da biometria dos animais, questões de monitoramento sanitário do plantel, manejo de água nas plantas industriais.

Estão aptas a participar tanto as startups em estágio avançado, que já possuem produto ou serviço no mercado, como as que estão em fase inicial de ideação ou validação do produto.

Serviço

Mapa Conecta Proteína Animal

Prazo de inscrições: até 10/03/2022

Onde: somente pelo link: https://inovameat.com.br/conecta_inscricao

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ONU: clima está mudando mais rápido do que o previsto

 Mudanças climáticas terão efeitos irreversíveis, diz relatório

Foto: reprodução

Agência Brasil - Relatório publicado hoje (28) pela Organização das Nações Unidas (ONU) alerta que os impactos das mudanças climáticas estão sendo “muito mais rápidos” do que o previsto pelos cientistas, causando “perturbações perigosas e generalizadas na natureza”. De acordo com o relatório do Painel Intergovernamental sobre Especialistas em Mudanças Climáticas (IPCC), os esforços que estão sendo feitos no sentido de mitigar esses efeitos não são suficientes. E, como consequência, há efeitos danosos para a vida de bilhões de pessoas, em especial povos indígenas e comunidades locais.

“Tenho visto muitos relatórios científicos na minha vida, mas nada como isso”, disse o secretário-geral geral da ONU, António Guterres, logo ao abrir seu discurso, durante a entrevistas coletiva para divulgar o documento. “O relatório do IPCC apresentado hoje é um atlas do sofrimento humano e uma indagação sobre danos e sobre o destino de nossas lideranças climáticas. Fato a fato, esse relatório mostra que pessoas e planeta estão afetados pelas mudanças climáticas”, disse.

“Neste momento, praticamente metade da humanidade vive em zona perigosa. Neste momento, muitos ecossistemas chegaram a um ponto sem retorno. E neste momento, o alcance descontrolado da poluição corrente força uma vulnerabilidade global que está em marcha para a destruição. Os fatos são inegáveis. Essa abdicação de nossas lideranças é criminosa. Os grandes poluidores continuam sendo os culpados por prejudicar nosso único lar”, acrescentou.

Segundo o presidente do IPCC, Hoesung Lee, “este relatório traz um sério alerta sobre as consequências da inação”, uma vez que mostra que as mudanças climáticas são uma “ameaça cada vez mais séria ao nosso bem-estar e à saúde do planeta”.

Injustiça climática

De acordo com a diretora do Programa Ambiental das Nações Unidas, Inger Andersen, a mensagem que o relatório envia é clara: “mudanças climáticas já são nossos oponentes”. “As chuvas estão aí, prejudicando bilhões de pessoas”, disse.

“Temos visto destruições perigosas em todo o mundo natural. Espécies em migração vivem em condições mais vulneráveis, e há mortes ocorrendo por inundações causadas por tempestades”, disse ela, ao lembrar que, na última década, pessoas vulneráveis que vivem em países de menor desenvolvimento têm 15 vezes mais chances de morrer em decorrência de inundações, secas ou tempestades.

O risco, segundo a diretora da ONU, atinge particularmente povos indígenas e comunidades locais. “O nome disso é injustiça climática”, sentenciou, ao defender que o retorno à natureza é a melhor forma de a humanidade se adaptar e diminuir as mudanças climáticas e, ao mesmo tempo, promover empregos que potencializar economias.

“Temos a obrigação de dedicar pensamentos e fundos para transformar e adaptar os programas tendo a natureza em seu centro. A humanidade passou séculos tratando a natureza como seu pior inimigo. A verdade é que a natureza pode ser nossa salvação, mas apenas se nós a salvarmos primeiro”, completou.

O relatório destaca que, nas próximas duas décadas, o planeta enfrentará vários perigos climáticos inevitáveis, caso o aquecimento global chegue a 1,5°C. Alguns deles terão efeito irreversível. Os riscos são cada vez maiores e terão consequências para infraestruturas e para assentamentos costeiros de baixa altitude.

Financiamento, tecnologia e compromisso

O estudo alerta que, em algumas regiões, o “desenvolvimento resiliente ao clima será impossível”, caso o aquecimento global aumente mais de 2°C. Neste sentido, o levantamento destaca “a urgência de implementar a ação climática, com foco particular na igualdade e justiça”, o que implica em “financiamento adequado, transferência de tecnologia, compromisso político e parcerias que aumentem a eficácia da adaptação às mudanças climáticas e à redução de emissões”.

António Guterres lembrou que a ciência tem reiterado que o mundo precisa cortar 45% de suas emissões até 2030, para atingir zero emissão de gases até 2050. “No entanto, os atuais acordos indicam que as emissões vão aumentar em quase 14% durante esta década. Isso representa catástrofe, e vai destruir qualquer chance de mantermos vivos os compromissos”.

Ele acrescentou que os combustíveis fósseis têm grande responsabilidade nesse cenário, e criticou os países que têm descumprido acordos multilaterais sobre o tema. “A presente combinação global sobre [emissões de] energia está quebrada, e os combustíveis fosseis continuam causando danos, choques e crises econômicas, de segurança e geopolíticas”, disse.

“Agora é tempo de acelerar a transição energética para um futuro de energia renovável, porque combustível fóssil representa impasse para nosso planeta, para a humanidade e, sim, para as economias. A transição imediata para uma fonte renovável de energia é a único caminho para garantir a segurança energética, o acesso universal e para os empregos verdes que nosso mundo precisa”, acrescentou.

A adaptação, visando o uso amplo de energia limpa, não é algo barata, ainda mais no caso de países menos desenvolvidos. Tendo em vista essas dificuldades, Guterres convocou países desenvolvidos, bancos multilaterais de desenvolvimento, financeiras privadas e outras corporações a fazerem coalizões de forma a incentivar, desenvolver e dar acessos ao uso de energia limpa.

O levantamento da ONU cita relações diretas entre as mudanças climáticas e exposição de pessoas a situações de insegurança alimentar e hídrica aguda, especialmente na África, Ásia, América Central e do Sul, bem como em pequenas ilhas e no Ártico.

Atraso é morte

“Precisamos ajudar países a se adaptarem às novas necessidades. Precisamos de dinheiro para salvar vidas, porque atraso é morte. Todos bancos multilaterais sabem o que precisa ser feito: trabalhar com governos para desenvolver caminhos para projetos visando a obtenção dos recursos públicos e privados necessários. Todo planeta precisa cumprir o acordado para conseguirmos, de fato, reduzir as emissões”, argumentou.

Guterres acrescentou que o G20, grupo formado pelas 20 maiores economias do planeta, precisa liderar esse caminho. “Caso contrário, a humanidade pagará um preço alto, com um número ainda maior de tragédias. Pessoas em todos lugares estão ansiosas e furiosas. Eu também. Agora precisamos transformar essa fúria em ação. Toda voz pode fazer diferença. E cada segundo conta”, concluiu.

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Receita anuncia regras da Declaração do Imposto de Renda deste ano

 O prazo para o envio da declaração será de 7 de março a 29 de abril


Agência Brasil - A Receita Federal anunciou algumas mudanças que poderão representar facilidades para a declaração do Imposto de Renda (IR) deste ano, que tem como base o ano de 2021. O período de entrega das declarações será entre 7 de março e 29 de abril, e os lotes de restituição terão início em 31 de maio, divididos em cinco grupos mensais até 30 de setembro. A expectativa da Receita é receber 34,1 milhões de documentos até o final do prazo.

Neste ano, estão obrigados a declarar os cidadãos que tiveram, em 2021, rendimentos tributáveis com valor acima de R$ 28.559,70. No caso de rendimentos considerados “isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte”, é obrigado a declarar quem recebeu valor superior a R$ 40 mil.

O auditor-fiscal José Carlos da Fonseca, responsável pelo programa do Imposto de Renda 2022, lembra que o auxílio emergencial está entre os considerados tributáveis. “Se a pessoa recebeu, além do salário, auxílio emergencial e, somando esses rendimentos tributáveis, ultrapassar o limite [R$28,5 mil], ela estará obrigada a apresentar declaração de IR. Não significa que está obrigada por conta do auxílio emergencial, mas porque, como esse auxílio é rendimento tributável, ele, somado aos demais rendimentos tributáveis e ultrapassando o limite definido pela norma, faz com que o cidadão fique obrigado a apresentar a declaração”, disse o auditor ao detalhar as novas regras definidas pela Receita.

“Da mesma maneira, será para aquelas pessoas que receberam rendimentos isentos, não tributáveis ou de tributação exclusiva na fonte, que estejam acima de R$ 40 mil". É o caso, por exemplo, do microempreendedor individual (MEI) que recebeu rendimentos isentos acima desse limite. "A declaração fica obrigatória não por se tratar de um MEI, mas por ele ter recebido rendimentos acima do limite legal”, acrescentou.

Continuam também obrigados a apresentar declaração quem teve ganho de capital na alienação de bens ou direitos sujeitos à incidência do imposto, bem como pessoas que têm direito a isenção de imposto sobre ganho de capital na venda de imóveis residenciais, seguidos de aquisição de outro imóvel residencial no prazo de 180 dias; e pessoas que tenham operado em bolsas de valores.

Também são obrigados a declarar aqueles que, no dia 31 de dezembro de 2021, possuíam propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, acima de 300 mil; e pessoas que, na atividade rural, receberam rendimentos tributáveis com valor acima de R$ 142.798,50.

Centenário do IR

O subsecretário de Arrecadação, Cadastros e Atendimento, Frederico Faber, anunciou algumas facilidades preparadas para este ano, em que se completam 100 anos da criação do Imposto de Renda no Brasil.

“A receita preparou pacote de inovações que simplificam o preenchimento da declaração, o pagamento do imposto e o recebimento da restituição. A maior delas é a disponibilização da declaração pré-preenchida em larga escala para contribuintes, a partir da autenticação via contas Gov.br”, disse o auditor.

A conta Gov.br é uma identificação que comprova, em meios digitais, a identidade do cidadão, de forma a dar segurança para o acesso a serviços digitais. Ela é gratuita e, tanto cadastro como acesso, podem ser feitos pela internet.

A habilitação dos serviços de imposto de renda com a conta Gov.br iniciará em 3 de março, conforme será apresentado na Instrução Normativa nº 2.065, que será publicada no Diário Oficial da União de amanhã (25).

Pix

Outra novidade é a possibilidade de o cidadão pagar as cotas do IR via Pix, bem como receber, também pelo sistema de transferências, sua restituição. “Isso traz mais agilidade e segurança nas transações com a Receita Federal, além de simplificar procedimentos. Na prática, significa que o cidadão não precisará, também, mais sair de casa para pagar seu DARF [Documento de Arrecadação de Receitas Federais] ou qualquer outra integração”, detalha Neves.

José Carlos da Fonseca acrescentou que todos os DARFs passarão a ser impressos com códigos de barra e query code para facilitar pagamentos via Pix.

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Cooperativas de crédito crescem mais de 12% em número de cooperados no Paraná

Presentes em 91,2% do território paranaense, as cooperativas de crédito se destacam por concentrarem o maior número de cooperados no Estado, representando 91% do quadro social total. E, a cada ano, o ramo registra mais associados, atingindo 2.501.211 milhões somente em 2021, o que representa um crescimento de 12,4% em relação ao ano anterior, quando eram 2.224.547 milhões de cooperados.
No Brasil, o cooperativismo de crédito congregava no ano passado 14.276.046 de cooperados, ou seja, um incremento de 1.921.022 de cooperados em relação ao 2020, representando crescimento de 15,5%.
O Paraná é o terceiro estado brasileiro com maior quadro social dentro do ramo, atrás de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. As informações constam no levantamento feito pela Coordenação de Monitoramento do Sescoop/PR, com os dados consolidados de 2021 do ramo crédito.
Número de cooperativas
O documento mostra ainda que, em âmbito nacional, de dezembro de 2020 para dezembro de 2021, o cooperativismo de crédito passou de 883 cooperativas país, para 853, representando uma redução de 3,4%.
O cooperativismo de crédito brasileiro atingiu o montante de R$ 265,8 bilhões em volume de créditos concedidos ao final de 2021, sendo 30,1% maior em comparação a dezembro de 2020. O Estado do Paraná representa 18,3% deste montante e é o segundo estado da federação em relação a esta consolidação.
Depósitos
No país, a carteira de depósitos cresceu 17,54% de dezembro de 2020 para dezembro de 2021 chegando a R$ 257,9 bilhões, dos quais 19,2% têm origem nas cooperativas paranaenses. De forma consolidada, as cooperativas paranaenses representam o segundo maior montante em depósitos entre as unidades da federação.
Composição
No Paraná, o cooperativismo de crédito é composto por:
- 15 cooperativas do Sistema Cresol, sendo14 singulares – com a Cresol Integração sediada em Toledo -, mais uma central;
- 14 cooperativas do Sistema Sicoob, sendo 13 singulares - com o Sicoob Meridional sediado em Toledo -, mais uma central;
- 25 cooperativas do sistema Sicredi, sendo 24 singulares – Sicredi Progresso PR/SP sediada em Toledo -, mais uma central;
- 4 cooperativas do Sistema Uniprime, sendo 3 singulares – uma delas sediada em Toledo -, mais uma central;
- 4 cooperativas independentes rurais e
- 5 cooperativas independentes urbanas.
Mais
O faturamento acumulado do ramo crédito no Paraná, ao final de 2021, chegou a R$ 10,2 bilhões, sendo 30,34% superior ao mesmo período de 2020. Seguindo esta tendência, o ramo tem potencial para fechar o ano de 2022 com faturamento próximo a R$ 11 bilhões.
O volume da carteira de crédito das cooperativas de crédito paranaenses, cresceu 36,8% entre dezembro de 2020 e dezembro de 2021, chegando ao montante de R$ 49,5 bilhões.
Já a carteira de depósitos teve incremento de R$ 6,3 bilhões no ano, sendo o crescimento de 16,3%. O montante de depósitos ao final do exercício era de R$ 45,11 bilhões.
O total de ativos das cooperativas de crédito do estado chegou a R$ 93,5 bilhões ao final de 2021, sendo 11,7% maior que o mesmo período de 2020.
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Empresário de Cascavel é eleito para presidir o SESCAP-PR

Ele sucederá Alceu Dal Bosco, de Toledo, no cargo há quatro anos
Michel Lopes e Alceu Dal Bosco: transmissão do cargo em abril (Foto: SESCAP-PR)
O empresário contábil cascavelense, Michel Vitor Lopes, foi eleito na última quinta-feira (24) para o cargo de presidente do SESCAP-PR. Ele sucederá no cargo o toledano Alceu Dal Bosco, que está no cargo desde 2018.
Lopes estará à frente da entidade para a gestão 2022/2024 e trará como bandeiras a valorização do empresário contábil, a consciência para a capacitação constante e a importância da inovação em toda a classe do setor de serviços.
O empresário toledano Narcizo Muler, atual diretor de Administração e Finanças, permanecerá no cargo na nova gestão.
O futuro presidente do SESCAP-PR assume em 1º de abril e a sessão solene de posse ocorrerá no dia 8 de abril, em Curitiba. Lopes tem longa experiência com entidades associativas. Ele integra a equipe diretiva do SESCAP-PR desde 2007, quando foi diretor regional em Cascavel.
O novo presidente é bacharel em Ciências Contábeis pela Univel, pós-graduado em MBA em Estratégias Empresariais pela mesma instituição; diretor proprietário da empresa Organização Contábil Cascavel Ltda.; ex-presidente da Associação Comercial e Industrial de Cascavel (Acic); diretor financeiro suplente da Coordenadoria das Associações Comerciais do Oeste do Paraná (Caciopar) e atual vice-presidente de integração regional do SESCAP-PR.
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Pós-graduação: novas regras para concessão de bolsas

A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) publicou, no Diário Oficial da União de sexta-feira (25), a Portaria nº 40, com as normas que beneficiarão, com a concessão de bolsas, 1,9 mil cursos de pós-graduação (num universo de 6.915 cursos) distribuídos nas três áreas de avaliações (colégios): Ciências da Vida; Humanidades; e Exatas, Tecnológicas e Multidisciplinar.
As regras valem no período de março de 2022 a fevereiro de 2023 para as bolsas concedidas por meio dos Programas de Demanda Social (DS), de Excelência Acadêmica (Proex), de Suporte à Pós-Graduação de Instituições de Ensino Particulares (Prosup) e de Suporte à Pós-Graduação de Instituições Comunitárias de Educação Superior (Prosuc).
As novas regras, adotadas este ano, igualam as quantidades mínimas de bolsas que cada programa de pós-graduação terá direito, independentemente do colégio das áreas de avaliação. Assim sendo, os cursos ligados aos três colégios terão o mesmo patamar inicial de auxílios. Nas edições anteriores, essas distribuições favoreciam as áreas de exatas.
Quantitativos
De acordo com a portaria, cursos que obtiverem nota 3 terão direito a um quantitativo inicial de quatro bolsas de mestrado (e nenhuma de doutorado). Os que obtiverem nota 4 terão direito a nove bolsas de mestrado e 12 de doutorado; os que obtiverem nota 5 terão direito a 11 de mestrado e 16 de doutorado.
Já os cursos que obtiverem nota 6 terão direito a um quantitativo inicial de 14 bolsas de mestrado e 19 de doutorado; e aqueles que obtiverem a melhor pontuação, 7, terão direito a 15 bolsas de mestrado e 21 de doutorado.
Para este ano, a Capes também alterou a limitação para ganhos e perdas de bolsas na redistribuição do total de benefícios destinados aos cursos de mestrado e doutorado.
“A redução máxima continua em 10%, mas para o aumento houve mudanças. Cursos nota 6 e 7 ficam sem limitação de ganhos, critérios que só atendia aos cursos nota 7. Os cursos nota 5 tiveram uma elevação na taxa de ganho de 40% para 55%, os de nota 4 de 20% para 45% e os nota 3 ou conceito A de 20% para 25%”, informou por meio de nota a coordenação.
“Em implantação de forma gradativa, o modelo corrigiu distorções geradas nas concessões anteriores de bolsas. Foram identificados na época da elaboração dos critérios, por exemplo, cursos de doutorado semelhantes (mesmas notas, área de conhecimento e localização geográfica) com número de bolsas muito diferentes. Também foram observados cursos de excelência com quantidade de bolsas inferior ao de cursos com nota mínima permitida”, acrescenta.
Agência Brasil
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Presidente: posição do Brasil sobre conflito na Ucrânia é de cautela

Guerra na Europa: Bolsonaro não defende “nenhuma sanção ou condenação ao presidente Putin”
O presidente Jair Bolsonaro disse ontem (27) que o voto do Brasil em resolução da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre o conflito entre Rússia e Ucrânia é livre, com equilíbrio.
Ele acrescentou que o Brasil não defende “nenhuma sanção ou condenação ao presidente Putin”.
“Nossa posição tem que ser de bastante cautela, não podemos ao tentar solucionar um caso que é grave, ninguém é a favor de guerra em lugar nenhum do mundo, trazemos problemas gravíssimos para toda a humanidade e para o nosso país que também está nesse contexto”, afirmou em entrevista coletiva à imprensa, no Forte dos Andradas, no Guarujá, litoral de São Paulo.
Conversa com Putin
Bolsonaro lembrou ainda que conversou com presidente da Rússia, Vladimir Putin, sobre o conflito e questões comerciais, como a importação de fertilizantes pelo Brasil. “Estive conversando com o presidente Putin, mais de duas horas de conversa. Tratamos de muita coisa. A questão dos fertilizantes foi a mais importante. Tratamos do nosso comércio. E obviamente ele falou alguma coisa sobre a Ucrânia, mas me reservo a não entrar em detalhes da forma como vocês gostariam”, disse Bolsonaro.
Em nota, divulgada após a entrevista do presidente, a Assessoria de Imprensa do Gabinete do Ministério das Relações Exteriores disse que Bolsonaro se referia "às duas horas de conversa ao vivo, na visita a Moscou [no dia 16 deste mês]. Não houve telefonema", neste domingo, para Putin.
Para o presidente, o conflito deve chegar, em breve, a uma solução. “Não acredito que vá se prolongar. Até pela diferença bélica de um país para outro. A gente espera que países da Otan [Organização do Tratado do Atlântico Norte] não potencializem esse problema que está para ser resolvido, no meu entender”, declarou.
Agência Brasil
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